Como saber se ela está com ciúmes

Minha ex não é quem eu pensei que ela fosse. E tudo bem.

2020.11.26 13:54 reallyuglydoodles Minha ex não é quem eu pensei que ela fosse. E tudo bem.

Eu namorei com a Laura por uns 3 anos. Terminamos no começo de 2020, e semana passada ela veio me ver aqui em casa porque foi meu aniversário.
E isso aconteceu basicamente porque eu e a Laura mantemos a amizade, mesmo depois do término. Reconhecemos que somos pessoas muito importantes pra vida um do outro e que mesmo nosso namoro não tendo dado certo, ainda podemos ser amigos. E somos mesmo. Já tem quase um ano que a gente não está mais juntos mas mesmo assim, ela ainda me considera o suficiente pra vir me ver no meu aniversário e e ainda trazer um presentinho.
(Eu sei que estamos no meio de uma pandemia, mas já fazem meses que eu tô trancado em casa levando essa quarentena à serio e a Laura literalmente foi a única visita que eu tive nos últimos seis meses, e só porque foi meu aniversário mesmo).
Até aí, tudo certo. O questionamento começa quando eu pergunto se o atual namorado dela está de boa com ela vir visitar o ex-namorado. E pra minha surpresa, ela disse que o namorado não precisava saber que ela estava lá, que é mais fácil ela omitir esse fato, pediu até pra gente não tirar fotos pra não ter perigo delas acabarem caindo num Instagram da vida e o atual dela ver.
Cara, isso me deixou um tanto incomodado. Me fez pensar em quantas vezes ela deve ter feito o mesmo comigo enquanto a gente namorava. E o pior é que nem passava pela minha cabeça. Não que eu ache que ela alguma vez chegou a me trair nem nada do tipo, porque eu realmente confio muito na palavra dela e ela sempre diz que nunca teve nada com ninguém, e eu confio nela. Mas a questão justamente é que esse tipo de atitude dela enfraquece essa retórica, não é?
Sei lá, pareceu a ação de uma pessoa totalmente diferente daquela que eu namorei por vários anos. Eu não estou aqui pra crucificar a menina e me pintar como um santo que nunca errou na vida, mas eu realmente fiz um esforço pra ser sincero. Se eu queria ver alguém específico, eu estava confortável para dizer isso à ela e achava que o contrário também era verdade.
Essa ação dela me fez repensar tantos momentos no nosso namoro que poderiam ter uma interpretação ambígua, mas eu sempre dava a palavra dela como fator guia e todo o resto não importava. Tantas vezes em que ela foi "tomar um sorvete com uma amiga" e sumia por umas 3 horas, ou "a chefe dela disse que ela tinha que terminar aquele projeto logo e ela ia ter que fazer hora extra". Eu sempre aceitei esse tipo de coisa numa boa. Até porque eu pensava se ela quisesse fazer algo tipo ir ver alguém, ela simplesmente diria.
Isso me lembra aquela história de "a pessoa que sempre acha que você está traindo ela provavelmente está traindo você", sabe? Durante nosso namoro, eu tinha que basicamente dar um relatório do que estava fazendo o dia inteiro, qualquer contato com alguma pessoa que não fosse ela gerava uma crise de ciúmes, me isolei de um monte de gente porque "ela não gostava deles". Agora só vejo que ela estava espelhando seu mau comportamento em mim, sendo que eu nunca nem cheguei perto de fazer qualquer coisa parecida com o que ela fez. Nunca nem saí de casa sem que ela soubesse.
Eu nem acho que ficaria muito chateado se ela de fato estivesse me enganando esse tempo todo porque eu sou um cara muito flexível com namoro e meio que aceito que quando se está num relacionamento, existe o risco real da pessoa te trair independente do quão boa você seja pra ela. Mas isso sou eu - o namorado dela provavelmente não pensa como eu e fazer esse tipo de coisa com ele não é justo.
Dada a nossa história, eu não chego a desdenhar dela nem nada do tipo. Ainda acho ela uma garota maravilhosa, e não me arrependo nem um pouco do meu namoro com ela. Mas com certeza tirei ela daquele pedestal, onde só via ela como uma mulher angelical e perfeita que sempre era sincera comigo, e agora vejo ela muito mais como uma pessoa muito boa, mas com algumas características questionáveis. E sabe, tudo bem - eu me enquadro nesse aspecto também.
submitted by reallyuglydoodles to desabafos [link] [comments]


2020.11.08 14:15 AdministrationOne540 Minha esposa não sente vontade de transar... ajuda

Então, estou casado há 6 anos (quase 7) e temos uma filha de 2 anos. Temos um ótimo relacionamento e somos muito felizes juntos.
Desde o início do relacionamento, minha esposa não curte muito falar de sexo ou transar. Ja conversamos muito sobre isso e até fomos numa psicóloga, mas acontece que minha esposa não tem libido mesmo. Na maioria das vezes que transamos, ela goza algumas vezes e depois de um tempo simplesmente "desliga", fica lá imóvel esperando eu terminar o trabalho. Apesar de eu fazer bastante oral nela, ela raramente faz em mim. Ejaculação em outros lugares que não na vagina, nem pensar! Ela é bem travada em relação a sexo (não somos religiosos, caso isso passe pela sua cabeça haha).
Nos conhecemos bastante, já tentamos brinquedinhos e até anal, mas sexo só rola uma ou duas vezes por mês no máximo e com bastante tempo nas preliminares.
O problema é que eu gosto muito de sexo. Muito mesmo, penso em putaria o dia todo e me masturbo quase todos os dias. Sempre tento algo diferente no sexo para que ela se mostre mais animada e interessada. Importante dizer, mesmo gostanto muito e fazendo pouco, nunca traí minha esposa, acho esse o pior crime que alguém pode cometer.
Ela diz que até gosta de transar, mas simplesmente não tem vontade. Não é problema de atração, ela até tem ciúmes de mim e diz que me acha bonito. Ela não tem problemas com lubrificação ou dor, e sempre goza de verdade (da pra sentir ela "piscando" na hora H) quando fazemos sexo. Ela diz que não entende porque eu gosto tanto disso, pra ela é como qualquer outra coisa na vida. Pra mim é especial, é relaxante, é um tesão.
Não tem problema, eu amo ela e não vou forçar ela a fazer algo contra a vontade dela. Em todo esse tempo que estivemos juntos, nunca fizemos nada que ela não estivesse a fim. Quando ela não quer e eu estou muito durasso, espero um tempo, vou no banheiro e uso o pornhub pra me ajudar. Ela sabe disso.
O problema é que eu to cansado da masturbação. Não consigo mais ficar nessa todos os dias. O pior de tudo é saber que minha esposa está ali e não está a fim de transar. Fico pensando que tem algo errado comigo ou com meu corpo. Se ela diz que gosta de transar, porque não tem vontade? Ja fiz um teste um tempo atrás, e se eu não procurar por sexo, ela não procura. Ficamos sem transar quase 3 meses, e o comportamento dela não mudou em nada! Também ja pensei que ela pudesse estar me traindo, mas (eu sei que isso é errado) já clonei as redes sociais e whatsapp dela e não vi nada errado lá. Ela trabalha com os pais dela, todos no escritório são meio parentes e se alguém desconfiasse de alguma coisa, iria me avisar. Sou bastante próximo da família dela.
Preciso da opinião de vocês: o que vocês fariam nessa situação? não sei se quero tomar remédios que baixem minha vontade de transar, e não sei se ela toparia tomar um remédio que a deixe com vontade. Conversas não adiantam, já falamos muito disso e ela simplesmente diz que não tem vontade. Odeio pensar em traição, como dito acima, acho isso horrível, mas nos últimos dias essa ideia tem me passado pela cabeça. Afinal, o que fazer? Como saciar a vontade sexual sem se masturbar e sem sexo com a esposa?
TL;DR: Minha esposa não curte transar e eu penso em putaria o dia todo. Conversar não adianta. O que fazer?
PS* Não penso em terminar o relacionamento. Apesar da falta de sexo, eu amo minha esposa e não imagino minha filha sendo criada longe de mim.
submitted by AdministrationOne540 to sexualidade [link] [comments]


2020.11.06 17:06 alexbluesman Preciso de ajuda para entender uma garota

Para começar a explicar a minha situação é preciso antes apresentar o universo no qual ela está inserida. Pois bem: eu tenho 18 anos e venho passar as férias numa pequena cidade do interior da bahia quase todos os finais de ano, no entanto, devido a pandemia, esse ano eu vim um pouco mais cedo (por volta de julho) e comecei a ficar com uma garota desde que eu cheguei. Essa garota tem 15, anos e é bastante insegura no que diz respeito a ficar, inclusive eu já havia tentado da outra vez que eu vim, mas ela tinha muito medo (com relação a isso eu sei que é verdade). Voltando aos dias atuais: essa garota me deixa meio confuso pq eu não sei qual é a dela, ela sempre foi muito ciumenta, o que por um tempo foi o suficiente para me deixar seguro, afinal quem não gosta de se sentir desejado. No entanto, acompanhado de todo esse ciúme ela sempre me enrolava, arrumando desculpas pra gente não ficar (nós ficávamos cerca de 3 ou 4 dias por semana). Cansado de tentar entende-la, conversei com ela e disse que não entendia as intenções dela e que ela parecia estar confusa, então coloquei os pingos nos is e disse que seria melhor se ela ficasse com quem ela quisesse da mesma forma que eu, com quem eu quisesse, e que caso surgisse vontade de ficar comigo, ela que me mandasse mensagem, para evitar o desgaste de ter que ouvir desculpas a todo o momento. Após isso, ela resistiu dizendo que não me enrolava e que as vezes que não dava pra ficar eram realmente verdadeiras (mas eu sei que não, pelo menos não todas elas), por fim ela concordou, já que não havia escolhas. Depois de alguns dias ela começou a me mandar muitas mensagens dizendo que queria me dizer uma coisa, mas não sabia se era a hora e que aquilo a deixava muito apreensiva. Depois de muito adiar essa conversa ela resolveu me falar: disse que não sabia se realmente gostava de mim até então e que queria ficar só comigo e que eu ficasse só com ela, e que não gostaria de ver eu com outras garotas (eu fiquei com uma menina nesse meio termo, ela não viu, mas sabe, ou pelo menos desconfia). Por fim eu disse que tudo bem, afinal ela me garantiu que nós poderíamos ficar todos os dias. Depois de todo esse acordo nós passamos por altos e baixos, teve algumas vezes que ela pareceu me enrolar, mas eu relevei já que a gente ficava quase todo dia. Nesses últimos dias eu a deixei meio de lado, propositalmente, mas também pq eu tenho me preocupado muito com tudo isso. Ontem ela me mandou mensagem dizendo que eu não estava nem ai pra ela, e então eu resolvi chama-la pra ficar na parte da noite. Quando nós estávamos juntos eu notei que ela estava evitando me beijar, eu não sei qual era a motivação dela. Isso me deixou realmente inseguro, a principio pensei que eu pudesse estar com mal hálito, então perguntei pra minha tia e ela disse que a minha boca estava com cheiro de bala (o que faz todo sentido, pq sempre quando eu vou ficar com alguém tenho um cuidado especial com a boca e o halito). Outra possível motivação pode ser o medo do clima esquentar e ela não estar disposta a ceder (ela estava de saia e uma blusa curta), eu perguntei pra ela, mas ela disse que não era nada e que eu estava com paranoia (mas acho que não). Gente, essa situação é muito mais complicada do que eu posso descrever, ela é uma garota muito confusa, mas quando nós estamos juntos é muito divertido e ela realmente parece estar curtindo (ela deita do no meu colo, me abraça, da muitas risadas), só que depois disso ela não se esforça pra nós nos encontramos de novo. Eu sei que vou ler muitos comentários dizendo que ela esta brincando comigo e que é para eu partir pra outra, mas isso não é tão fácil pq eu realmente gosto dela. Além disso, eu sou um cara muito cabeça, não sou de me iludir facilmente e se eu estou pedindo ajuda é pq essa é uma situação realmente complicada, se não fosse eu mesmo já teria tomado uma decisão. Gostaria de ouvir outras opiniões e saber como proceder, não tem muitas garotas por aqui e essa é realmente muito linda e engraçada, mas nem todo preço vale a pena ser pago. Obg e desculpa o texto longo e fora de jeito :))
submitted by alexbluesman to desabafos [link] [comments]


2020.10.14 08:50 PlayMoreZeppelin_ Ressaca que não passa...

Alerta de textão!! Se puder me ajudar como eu poderia tirar essa neura da minha mente, ficaria imensamente agradecida, na moral. Essa merda tá me corroendo
Quero desabafar sobre uma experiência que eu vivenciei no começo do ano e até agora, já quase no final do ano, n consigo tirar da minha cabeça. E, esses sentimentos ficam me atormentando.
Bom, nesse ano de 2020, eu concluo o ensino médio. Então, como muita gente, sabe. É o ano q tá td mundo na neura, querendo badalar e passar o máximo de tempo cm os amigos. Pq vai saber para qual caminho a vida vai levar cada um.
Logo no começo do ano, nós organizamos um churrasco para enturmar melhor o pessoal q era de outro período e mudou para a manhã. Além da galera nova q entrou. Essa tal festa aconteceu num condomínio de uns amigos meus, td planejado, os pais do menino q iriam cuidar do churrasco e td o mais, são SUPER liberais, então, na certa bebida, narguilé e outros trem td autorizado.
Eu estava bem empolgada cm a festa, td combinado pra n dar b.o. aq em casa. Táok, chegou uns dias antes da festa, tava td dando errado. Aquela bagunça q é pra organizar festa pra rapaziada, fora os meus próprios b.o.’s. Estava passando por uns momentos difíceis, deprê pra kct. Cheguei a falar para minha amiga q eu ia de carona, que n iria mais. Tava cm um puta pressentimento ruim. Mas, ela queria muito q eu fosse, pq tava de olho num carinha, q ela tava ficando. E ela n queria ficar sozinha (ela é meio tímida). Blz, ela insistiu tanto q eu acabei mudando de ideia, e deixei os meus pressentimentos de lado.
Chegamos na festa, e eu já dei de cara cm um ex-amigo meu. Nós sempre tivemos uma relação meio conturbada, pq ficamos muito próximos de repente, há alguns anos. Já tive grande carinho por ele, mas ele é uma pessoa um tanto difícil de lidar.
Flashback Quando começamos a ficar próximos, percebi q ele estava criando sentimentos mais fortes q amizade por mim. Então, decidi jogar a real, quando ele foi sincero cmg. N fui rude nem Nd, até pq o considerava muito msm. Ele, no início, pareceu levar de boas a situação. Porém, depois ele começou a forçar a barra, teve um episódio numa festa na casa dele-despedida dele, pq ele foi fazer intercâmbio por um ano(na qual, muitos amigos dele estavam, e tds eles sabiam do que tinha acontecido-pelo menos, a versão dele da história), em que ele tinha bebido uns gorós. Ele foi até onde eu estava, e eu percebi q ele já tava meio alterado. Então, já fiquei mais em alerta. Ele começou a tentar me acariciar, sabe. Falando no meu ouvido, tentando me abraçar e td. Aí, falei pra ele, q n tava curtindo. Principalmente, pq ele tava tentando forçar na frente dos amigos dele. E, basicamente, tds eles ignoraram o fato de eu estar desconfortável cm a situação td. Me despedi, rapidamente, de tds e dele. E, fui embora.
Durante esse ano de intercâmbio dele, ele sempre me ligava, e por um tempo, cheguei a acreditar como ele afirmava cm tanta convicção q ele tinha se desiludido, e queria só amizade. Acreditei, pq ele falava sobre várias minas q ele tinha pegado e td. Agora, vejo que na intenção de me causar algum ciúmes ou algo do tipo. Pois, quando ele voltou do intercâmbio, a família dele deu outra festa, e eu fui convidada.
E, por um tempo, achei q ele realmente tinha desiludido. Fiquei muito feliz, pq realmente apreciava a amizade dele. No entanto, foi só ele beber um pouco, q ele começou a fazer td q ele fez na despedida. Até msm na frente dos pais dele. Fiquei super constrangida, pq entre uma conversa cm o pai dele, ele meio q deixou a entender q a gente já tinha tido um lance mais sério*. Eu fiquei: WTF?. Já comecei a ficar puta da vida, então chamei um Uber. Ele pediu desculpas, e pediu para fazer companhia, enquanto eu esperasse. A gota d’ água foi quando ele tentou me forçar a beijar ele na garagem dele. Aí, eu surtei, falei pra ele, tudo q estava entalado. Ele falou coisas horríveis. O pior de td é q a garagem dele tem câmera, então provavelmente, td mundo lá dentro viu o nosso pequeno espetáculo. O Uber chegou e eu me mandei. Isso foi antes do ano letivo desse ano.
Quando voltamos às aulas já n éramos mais amigos. Então, foi bem tenso vê-lo na festa, assim de cara. Achava q ele n iria.
Retomando Voltando a festa desse ano, ao chegarmos fomos falar cm o pessoal. Até aí, tava td ótimo. Eu e a minha amg rachamos a conta na adega. Estava economizando para chutar o balde nesse dia.
Bebi pra caramba(bebidas suaves, Askov, Corote, algumas batidinhas) , mas como estou acostumada, nem estava tão alterada. Depois disso, oq me lembro foi de td mundo estar mais doido q td, e eu ter tomado um copão de batida de vodka de maracujá misturado cm Halls (experimentos). Foi aí, que td, absolutamente TD, começou a dar errado.
Foi quando bateu o álcool de uma vez, como já tava percebendo q tava ficando doida. Peguei e fui sentir perto dos narguileiros de plantão, trocando ideia. (A essa altura nem lembrava do paradeiro da minha amiga). Só sei q já tinha passado um pouco aquela baque da brisa, então me levantei da cadeira. Tava td okay, até alguém me pegar CM TUDO no colo, mano. TURU BOM? Era ele, o meu ex-amigo, falando: Calma, calma e meu nome.
Percebi q ele tava alterado, então comecei a entrar em pânico. E falei pra ele me colocar no chão. Mas, com o reboliço td de ele ter me levantado do chão, a brisa bateu forte de novo. Me senti fraca e impotente (por fora), por dentro? Eu estava puro pânico, pq sabia q td mundo tava doidão. Ninguém ia notar NADA. Ele me levou no colo para fora do salão, e sentou num banco lá fora. Ele me colocou no banco e sentou do lado. Ergueu as minhas pernas e colocou no colo dele. Eu estava totalmente sem forças, meio desnorteada.
Então, ele colocou a minha cabeça no ombro dele e o meu braço ao redor do pescoço dele. Um pessoal q tava perto começou a notar e perguntaram se eu queria água, ele respondeu q ss, mas q ELE queria cuidar de mim. Aí, n sei, oq deu em mim, mas, eu comecei a questioná-lo sobre o pq de ele ter feito td aquilo antes e ter me abandonado. (Eu sei, sou uma idiota. Mas, acho q até msm o meu consciente, antes daquela noite, n fazia ideia do quanto eu valorizava a amizade dele). Como ele n respondia, eu repetia e repetia. Mas, ele n me olhava nos olhos. Então, eu peguei o rosto dele para ele me olhar nos olhos. Foi, nesse exato momento, que a merda aconteceu.
Ele, simplesmente, me segurou forte e tascou um beijo de língua, daqueles de pegada msm. Eu estava enojada, n queria q ele me beijasse. N queria beijá-lo, n retribui o beijo. Tentei me desvencilhar dele, porém estava totalmente sem forças devido ao porre q eu tomei. Foi péssimo, td mundo lá. Ele alisando td ao alcance dele. Quando ele finalmente me largou. Eu disse um bom: KRL. Vc nunca muda msm. Eu estou interessada em outra pessoa. (Ele sabia disso) Msm, essa pessoa pela qual, por acaso, ainda estou apaixonada, namorava.
Então, ele ficou puto, falou q eu tinha provocado ele. E q ELE estava saindo cm outra pessoa, e que eu o tinha usado, apenas pq a pessoa q eu queria n estava disponível. Td mundo ouvindo. E eu sem forças NENHUMA para ao menos me defender. Me sentindo um nojo. Eu sei q foi “apenas” um beijo, mas para mim, foi muito mais q isso.
Como se já n bastasse, ele ligou para a melhor amiga dele, e contou td oq tinha acontecido. Me colocando óbvio como a bruxa sedutora da história. Tds ao redor observando, afinal nunca fui uma pessoa de ficar cm vários. Aí, a mãe do meu amigo q tava organizando a festa, veio e começou a gritar comigo (tb estava alterada e n era pouco). Ela gosta muito desse menino q me beijou e o defendeu, falando q ele era um menino responsável por já ter feito intercâmbio. E eu mal conseguia balbuciar algo.
Finalmente, quando ela parecia q ia voar em mim, um menino q estudou cmg há muitos anos, falou pra ela q já era demais. E me pegou e levou para longe da confusão. Foi aí, q eu desabei. Me senti suja, pelas coisas q ele falou de mim(tanto para a melhor amiga dela, quanto para as pessoas ao redor), pela forma como a mulher gritou coisas horríveis. E além disso, senti raiva de mim msm, por permitir me sujeitar àquele estado. Chorei muito, lembrando de td e dos problemas q estava passando. O beijo dele indo e vindo na minha mente. As mãos dele no meu corpo. Fiquei tão enojada, que tive que vomitar. E o menino me acalmando, dizendo q tudo iria ficar bem.
Aí, quando eu comecei a me sentir segura, pela primeira vez EM HORAS, ele perguntou se eu queria ficar com ele. N acreditei. Disse q n, e que queria q ele fosse embora. Justamente, nessa hora, minha amg chegou. Devastada.
Contando td a maior ressaca física da minha vida nesse domingo, que se seguiu, após a festa. Nd se compara ao porre q eu tive q aguentar nas semanas q se seguiram na escola. Foi horrível. Nunca dei muita importância para oq as pessoas falam sobre mim. Acho q oq me abalou mais, foi o fato de eu msm ter a msm opinião delas sobre mim. Isso me deixou no chão.
As pessoas que foram a festa contaram oq aconteceu as que n foram. Lembro de entrar no banheiro feminino e a rodinha de meninas pararem a conversa. Minhas amgs de outra sala me contavam oq elas falavam pelas minhas costas, porém sei q elas suavizavam por n quererem me ver pior do que eu já estava.
Os meninos foram os piores, principalmente, os amigos deles. Claro que n foram tds, teve até um menino q ficou puto da vida, aparentemente, ele era o único sóbrio da festa. E viu OQ realmente aconteceu. Eles ficavam me oferecendo bebidas e encontros. Além de olhares maliciosos.
Pelo menos, quando o isolamento começou eles pararam de mandar mensagens ou falar sobre nos grupos. Tive que sair da escola por motivos financeiros, oq ajudou bastante nas fofocas plm.
O meu ex-amigo teve a cachorra de me mandar mensagem, quando eu saí. Perguntando se eu estava bem, q ele ficou sabendo q eu estava saindo da escola. Para falar a vdd, acho q ele pensa q n me lembro de Nd daquela noite. Bloqueei o número dele.
Sei q foi “somente um beijo”, fico repetindo isso a mim msm, para minimizar a situação. Tento ocupar minha mente a td tempo. Mas, uma coisa difícil é vc fugir de algo q está encravado na sua memória. Quando lembro daquela noite, td a vergonha, nojo, esses sentimentos tomam conta como estivesse ocorrendo novamente naquele exato momento. Já chorei muito, muito msm. Pfv, se alguém chegou até aq e tenha algo a dizer, ficarei feliz se puder me ajudar. Tenho estado muito angustiada. N contei a ninguém esses mínimos detalhes.
submitted by PlayMoreZeppelin_ to desabafos [link] [comments]


2020.09.29 08:58 thatalineyy Enfim, estou triste

Acho que tudo comecou em Dezembro de 2018, quando fazia mais ou menos 2 meses que minha avó, mãe do meu pai morreu de câncer, a gente sabia que ia acabar assim por não termos dinheiro para pagar o tratamento, mas ainda assim estávamos muito abalados e principalmente pelo fato de ela ser nova, cheia de vida. Nesse mês, meu pai ainda estava bem abalado por causa disso, e também não tinhámos uma boa condição de vida, meus pais estavam desempregados, por causa disso meus pais resolveram voltar para Brasília, onde moramos posteriormente, estávamos morando em Minas Gerais. Eu estava bem triste por ter que deixar aquele lugar, eu já tinha me adaptado bem, estava feliz até aquele momento, então, eu não queria ir embora. Colocamos a casa que tinhámos para vender e em Maio de 2019 conseguimos vender, e no Dia das Mães, voltamos para Brasília com um carro e uma boa quantia de dinheiro. A maioria da minha família por parte de mãe mora em Brasília e já fazia 3 anos desde a última vez que nos vimos. Todos ficaram surpresos, afinal, essa era a intenção. Mas ao pisar os pés onde eu morei pelo menos 9 anos da minha vida, já me senti desconfortável, pensei que era porque fazia muito tempo que eu não ia para a casa de minha avó materna, então ignorei, claro. Como eu disse, chegamos aqui em Brasília com uma boa quantia de dinheiro, que era para comprar uma casa, estávamos de favor na casa da minha avó, mas meu pai é do tipo de pessoa que não pensa no amanhã, o que importa é hoje e amanhã, se der, a gente dá um jeito. Farreou, farreou que cansou, compramos uma casa que no final nem fomos morar nela e acabamos perdendo a posse dela. O dinheiro acabou, fazia apenas 3 meses que estávamos em Brasília, e ele e minha mãe desempregados. No final das contas, ele resolveu trabalhar como motorista de aplicativo, mas minha mãe ficou desempregada até Novembro. Lembra que falei que estávamos na casa da minha avó de favor? Então, não era apenas eu, minha mãe, meu pai, minha irmã e um cachorro; também tinha minha tia, o marido dela, o meu primo e o cachorro deles. Minha vó estava na razão de reclamar, afinal, a casa é dela, mas eu escutei tanta coisa desnecessária, o que me fez ficar mais desconfortável do que quando cheguei, o que me fez estar em uma tristeza quase que constante. Logo em Outubro, a minha tia e a família dela se mudou para a casa dela, e ficamos apenas minha família e minha avó, foi quando eu pude ficar sozinha em um dos quartos da casa, isso me animou e me deixou menos desconfortável dentro de casa, afinal, era um cantinho só meu e que teria minhas regras, de certa forma. Nesse mês, eu percebi que meu pai estava recebendo mensagens de um número desconhecido, e era uma mulher. Desconfiei de que meu pai estava traindo minha mãe, e logo minha mãe também veio com essa desconfiança, percebendo que ele chegava muito tarde e o dinheiro que ele estava fazendo como motorista de aplicativo não estava condizendo com o tempo que ele passava fora. Assim foi até Dezembro, e ainda escutando asneiras da minha vó, que não podemos ao mínimo argumentar contra, por respeito e por submissão mesmo. Já tinhamos certeza que meu pai estava traindo minha mãe, porém não tinhamos provas. Quem deu provas o suficiente para confirmar foi minha madrinha, em Janeiro desse ano, a mulher morava por perto da casa dela, ela viu ela e meu pai discutindo, ela quebrou o celular da minha mãe, que meu pai dizia usar para trabalhar. Minha madrinha ainda chegou a conversar com a mulher no carro, e ela tava com uma história de que ela era mulher do meu pai (???) E que minha mãe era a amante. Nesse mesmo dia, meu pai prometeu buscar numa parada de ônibus e já era tarde da noite, aqui em Brasília não podemos dizer que é seguro, ainda mais depois das 23. No final disso tudo, expulsamos meu pai da casa da minha avó. Eu nunca pensei que ia sentir tanto nojo de alguém que eu admirava até um mês antes, eu tenho uma repulsa tão grande que eu perdoei meu pai, mas ainda não consigo engolir isso, toda vez que eu me lembro dele, minha mente me remete a isso. Eu não consigo mais ver ele da mesma forma, tratar da mesma forma, mesmo que eu sorria e esteja sendo feliz ao lado dele, sinto nojo (me desculpem se isso foi desrespeitoso da minha parte... sério, ainda respeito ele por ter sido um bom pai para mim e minha irmã). Minha mãe deu segunda chance pra ele, a terceira, e ele pisou na bola nessas duas novas chances de recomeçar ficando com aquela mulher, que também morro de nojo, até um tempo desses ela mandava mensagens de baixíssimo calão para minha mãe, e a ofendia de várias e inúmeras formas. Isso tudo botou uma pressão enorme em mim, porque minha família queria saber de tudo, mas não apoiava, apenas criticava e chamava minha mãe de burra, inocente, assim como me chamavam de lerda, besta, por não tirar dinheiro do meu pai. Minha vó sempre falava merda, o que não ajudava, e ela sempre estava atrás de mim pra falar alguma coisa sobre meu pai e criticar as minhas atitudes e a da minha mãe. Em Fevereiro, começou as aulas, eu finalmente estava no Ensino Médio, conheci novas pessoas, e entre elas é o menino que estou apaixonada (queria colocar outra coisa, mas estou mesmo apaixonada por ele), ele conseguiu botar todo meu estresse e ansiedade para o escanteio, me fazer sorrir de uma forma tão simples, e meu coração palpitar de forma diferente (aff, que meloso kkkkk), e no final ele virou outro motivo de preocupação, que eu vou falar mais no final. Em 12 de Março, começou a quarentena aqui em Brasília, isso significava ter que ficar em casa, o que obviamente, não tava sendo fácil pra mim tendo que escutar o que escutei e ainda ter que aturar e não poder falar nada. Claro que isso foi acumulando e no final do mês eu me sentia mais estressada e triste do que nunca, eu só queria gritar, liberar toda aquela raiva, ressentimento, tristeza; mas que eu não pude soltar até agora, afinal, eu tenho platéia, né... Em Abril, eu ainda saia com meu pai, mas ele perdeu o carro, e paramos, até porque não tinha mais de onde tirar dinheiro, e minha mãe também tava desempregada, o que dificultou. Meu pai ficou em situação de rua até Maio, quando ele voltou para Minas Gerais, mas em outra cidade. E nesse tempo, escutando o que eu não queria sem poder falar nada, eu estava juntando mais raiva e estresse, o que desencadeou em insônia e em crises de ansiedade. Junho e Julho, minha vó ficou cada vez mais no meu pé, falando sobre o dinheiro que meu pai tinha que dar, com razão, mas o jeito que ela falava era desnecessário, sempre relembrando os fatos e colocando eu e minha mãe como as babacas da história, sendo que babaca nisso tudo, sempre foi o meu pai. E meu estresse aumentando e as crises ficando piores. Agosto, minha mãe agora tem um trabalho, e minha vó parece que aproveitou a oportunidade de falar sobre a mesma ladainha de sempre. Mas dessa vez eu não aguentei e discuti sério com ela, eu dei um acesso de raiva, eu não me lembro de nada do que falei, ou do que eu fiz, quando vi, eu estava sentada no banheiro, com a porta trancada, e com os braços multilados, vi minhas unhas com sangue e meu braço ficando meio inchado e entrei em desespero, mas também depois desse acesso de raiva nunca mais tive crises de ansiedade ou tristeza, apenas sinto um vazio, e a mente confusa. Setembro, meu pai finalmente começou a pagar a pensão, minha vó parou de falar merda, e meus familiares diminuiram as piadinhas e perguntas desnecessárias. Minha mãe está melhor e tranquila em relação a meu pai com a família, tanto que eles se juntam para falar mal dele, ela está apenas cansada por causa do trabalho. Mas eu... sinceramente, não estou bem, estou melhor em relação as crises de ansiedade e o estresse em excesso. Mas a insônia prevalece, tanto que estou escrevendo esse textão às 03:50... e não há quem preencha esse vazio, e esse cansaço mental. Ainda tem uma pessoa que restaura minha saúde mental, que é o menino que eu estou apaixonada, lembra? Mas ele também está virando um certo fardo, pois me sinto esquecida por ele. Eu acho que gostar dele está me deixando cansada mentalmente também, por mais que ele consiga preencher, mesmo que seja por um minuto, esse vazio. E isso me estressa. As vezes eu fico pensando demais pelo simples fato de eu ter falado alguma coisa que ele respondeu meio seco por mensagem. Antes de escrever isso, eu estava pensando nisso, sobre o fato de os dois gostarem um do outro, sentirem ciúmes um do outro, mas um estar cansado mentalmente por esse motivo.
Desculpa, ficou enorme, mas eu precisava fazer esse desabafo. Eu estou triste, me sinto infeliz, não tenho vontade de viver, não dessa forma. Se você leu até aqui, obrigada pela paciência, se você tiver um conselho, uma dica, deixa aqui embaixo, eu agradeço quem deixar também. Outra vez, me desculpem por esse tamanho de texto. Tenham um bom dia, tarde, noite ou madrugada. 😊
submitted by thatalineyy to desabafos [link] [comments]


2020.09.02 20:08 QueenLindss Estou fazendo algo de errado?

Hoje aconteceu uma situação que eu queria saber se eu estou certa ou errada, então por favor me ajudem. Eu tenho 20 anos e tenho um irmão de 11 anos que adora conversar comigo e sempre pede para ajudá-lo no colégio. Minha mãe parece que as vezes não entende ele e acaba estressando muito o menino com coisa do colégio sem ao menos tentar entendê-lo. Esses dias, por exemplo, ele estava fazendo uma prova (tudo online por causa da pandemia) e na hora de revisar a prova minha mãe brigou com ele só porque ele demorou um pouco mais para revisar a prova e tirou o celular da mão dele. Eu tento muito não me intrometer, mas ele é uma criança super tranquila e boazinha então eu acabo defendendo ele algumas vezes. Não sei se estou certa em ficar me intrometendo na educação da minha mãe, mas ele é um menino super esforçado e acho injusto algumas brigas com ele sendo que ele só tá estudando do jeito dele. Recentemente ela basicamente me proibiu de estudar com ele e ajudar com as coisas do colégio dele e eu fiquei bem chateada. Isso porque ele estava fazendo um trabalho escolar e eu tava explicando para ele como funciona o assunto do trabalho (ele é bem interessado e me faz perguntas bem coerentes). Ela alegou que ele estava enrolando e que era só terminar o trabalho de qualquer jeito. Enfim, passou. Até que ontem, eu fiz um combinado com ele que se ele continuasse se esforçando e estudando até o final do trimestre como estava eu ia dar um presente que ele escolhesse como recompensa. Na hora do combinado ela aceitou (pedi permissão a ela), mas hoje ela simplesmente surtou e disse que eu não era mãe dele e eu não podia fazer nada para ele. A forma que ela falou parecia que estava com ciúmes dele. Eu tomei um susto pq na minha visão ele é meu irmão e dar presente para ele não é nada absurdo. Eu a respeito muito como mãe, mas não sei se ela está exagerando ou eu estou cometendo algum erro. Eu amo minha mãe, mas não estou entendendo o comportamento dela. E eu já tentei conversar várias vezes mas ela só foge do assunto com muita arrogância dizendo que não posso me intrometer na educação dela. Eu sinto que qualquer coisa que eu fizer para ele, ela não vai gostar então para evitar brigas eu só acabo me afastando. E pelo que percebo ela briga mais com ele quando eu estou ajudando ele, então eu prefiro me afastar pq assim ela não briga com ele. Então acho que ela tem algum problema comigo e não com ele. O que vocês acham? Eu estou fazendo algo de errado e não estou percebendo?
DESCULPA PELO TEXTO ENORME
submitted by QueenLindss to desabafos [link] [comments]


2020.08.07 12:35 my-persona Meu plot twist de ontem e coração partido

Sou mulher, 23 anos e vou ser bem direta: Há 3 semanas terminei um namoro e há 2 comecei a gostar de uma menina do meu local de trabalho que aqui vou chamar de Luisa para fins de praticidade. Ela é MT gata, mas tem um jeito todo rebelde. Tipo daqueles jovens de twitter super problematizadores.
Nesta segunda-feira a gente ficou e continuamos ficando até ontem. Eu estava super apaixonadinha. Rolaram MTS carinhos, MT olho no olho.
Ontem, uma amiga minha (que vou chamar de Júlia) ficou brava cmg do nada, falando que todo mundo ia se ferrar se descobrissem que eu estava tendo um relacionamento com a Luísa. Júlia já sabia que eu estava ficando com a Luisa desde segunda.
Esta minha amiga Júlia teve um relacionamento de 5 anos com um cara e agr tá em outro com um outro cara há 2 anos.
Falei pra Luisa que minha amiga Júlia estava brava cmg e Luisa perdeu a cabeça, começou a falar de homofobia, etc etc. Tentei acalmar, falar que essa minha amiga já ficou brava sem motivo nenhum antes e dps ela volta a agir normalmente, de uma hora pra outra.
Luisa foi tirar satisfação com Julia e rolou treta. Uma falando pra outra se enxergar.
Dps disso Luisa me chama numa sala e me manda sentar numa cadeira. Começa a falar sobre como a minha amiga é manipuladora e que eu não sei o real motivo de ela estar tão brava cmg. Meu coração já parou aí.
Luisa falou que era por ciúmes. Beleza, aí eu pensei "Nossa, mas minha amiga deveria saber que eu nunca vou abandonar meus amigos por causa de um relacionamento". Mas o que eu ouvi depois foi a Luísa falando: "A Julia está com ciúmes pq eu fico com ela há 3 semanas. E fiquei com ela terça-feira na escada". Perdi o chão na hora.
Acordei apaixonadinha, fiquei abraçadinha, olhando olho no olho, falando coisas bonitinhas. Dps fiquei triste pq minhas amigas estavam bravas cmg e mais tarde descobri que a única amiga minha que namora (e namora um homem) estava ficando com a menina que eu tava gostando e não podia me falar nada pq ela não tava pronta pra sair do armário.
Às vezes me vem um sentimento de "tem algo de errado cmg pra msm dps de ficar cmg ela ter continuado com a minha amiga" ou "foi pq nosso beijo não encaixava", mas aí paro pra pensar na situação dessa minha amiga que foi jogada pra fora do armário e vejo que nessa história eu fui só coadjuvante. Meu coração ainda tá meio doendo, nunca tinha sentido isso. Mas sei que passa e tenho a responsabilidade de arcar com meus próprios sentimentos e devo amadurecer nas escolhas que faço, com quem e para quem eu quero me entregar.
Mas que ainda tem uma dorzinha no coração, tem.
Edit: podem dar conselhos para eu conseguir digerir melhor essa situação tá, galerinha? :')
submitted by my-persona to desabafos [link] [comments]


2020.08.07 04:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2


https://preview.redd.it/cgjgskwklhf51.png?width=5000&format=png&auto=webp&s=e412088494be7f98ae0232ab947550b3f8077b2d
Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Materializando-se do nevoeiro demoníaco, Mordred logo se encontrou e fez uma parceria com Henry Jekyll para salvar Londres, com ela fazendo o trabalho de campo. Antes da chegada de Caldéia, o casal descobriu que o Museu Britânico, que serve como entrada da Torre do Relógio, foi destruído pelos criadores do nevoeiro, o Projeto Demonic Fog, para remover qualquer oposição.
Mais tarde, ela confronta Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ao ver que podem respirar no nevoeiro, perguntando se são amigos ou inimigos. Eles não respondem, mas ela os acha inofensivos. Ela adverte a seguir em frente se eles valorizam suas vidas antes de partir. Ela fica de olho no par e as testemunha destruir um Helter Skelter. Ela interpõe durante a análise de Romani Archaman dos golens mecânicos para informá-lo de seu nome. Ela conclui que Ritsuka e Mash não são inimigos e concorda em contar a eles sobre Londres.
Ela os leva ao apartamento de Jekyll, onde ele a repreende por se apresentar com seu nome verdadeiro. Ela o ignora, já que eles não estão em uma guerra normal do Santo Graal. Eles então explicam a Ritsuka e Mash como se tornaram parceiros quando o Nevoeiro Demoníaco desceu sobre Londres. Depois que Jekyll explica as circunstâncias de Londres, ele envia Ritsuka, Mash e Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
Saindo do apartamento, Mordred fica desanimado e deixa quando acaba de voltar. Enquanto leva Ritsuka e Mash à mansão de Victor, ela explica como Jekyll tem colaboradores por toda a cidade e conversa diariamente com eles via rádio. Mash logo pergunta a ela sobre suas motivações para lutar por Londres. Mordred responde que ela está aqui para enfrentar os perigos do amado Londinium de seu pai., Como ela disse antes. Ela então confessa que é porque ela não violou o britânico quando Mash suspeita que havia outro motivo. O grupo finalmente chega à mansão do Victor. Mordred explica que Victor é um mago genuíno, ao contrário de Jekyll, então sua guarnição é protegida por barreiras e armadilhas capazes de prejudicar Servos. Ela se lembra de ter tido uma experiência ruim quando checou a mansão pela primeira vez. Mefistófeles então sai das mansões, e Mordred suspeita corretamente que ele matou Victor. Depois de matá-lo, o grupo vasculha a mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando uma trama chamada Project Demonic Fog. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem Espíritos Heroicos. Mordred então mostra Ritsuka e Mash Frankenstein, que ela encontrou anteriormente. Como os outros, ela não pode dizer se Frankenstein é um Servo ou não, suspeitando que o Nevoeiro Demoníaco esteja interferindo. Ela então explica que é um humano artificial construído pelo avô de Victor, de acordo com a nota em seu caixão. Frankenstein revela que ela ainda está viva. O grupo então a leva para o apartamento de Jekyll.
De volta ao apartamento, Mordred exige que Jekyll se desculpe com Frankenstein por incomodá-la por tocá-la durante sua inspeção. Ela concorda com Mash que Frankenstein aceita as desculpas de Jekyll se ele entendeu o desconforto dela. Ela então ameaça matá-lo quando ele se pergunta se ela e Mash podem entender Frankenstein porque são do mesmo sexo. Jekyll então envia o acordo do grupo com um Tomo Mágico que está entrando em prédios e atacando civis.
Deixando Frankenstein para trás, Mordred lembra-se de lutar contra Espécies Fantasmas, pois os Cavaleiros da Távola Redonda eram uma das expectativas que podem matar fantasmas. Ela também lembra os pictos, comparando-os com alienígenas em contraste com os outros bárbaros. Ela então luta com Mash para endurecer sua determinação. Jekyll finalmente entra em contato com o grupo para informar que o Tomo Mágico está colocando suas vítimas em um sono sem fim. Mordred se pergunta se é feito por magia ou droga, embora nenhum deles deva ser afetado graças a Ritsuka sendo protegida pela Habilidade de Resistência a Venenos (Temporária), e Mordred sendo principalmente protegido por sua Resistência Mágica. Jekyll então os direciona para uma livraria de antiguidades no Soho, onde um de seus informantes deveria estar. Lá eles encontram Hans Christian Andersen, e ele informa que o Tomo está no escritório ao lado. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques são inúteis quando Andersen revela que é um Servo Vadio colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre cuja psique possa tomar forma. Ele o chama de Nursery Rhyme, transformando-o em uma garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, agora acompanhado por Andersen.
Jekyll diz ao grupo que a Scotland Yard está sob ataque de Jack, o Estripador. Mordred lembra como eles lutaram várias vezes, mas ela não se lembra de sua aparência ou habilidades. Antes de sair com Ritsuka e Mash, ela pergunta a Andersen se ele facilita Jack a derrotar, como fez com Nursery Rhyme. Andersen responde que Nursery Rhyme foi uma exceção, então Mordred sai irritado com ele. O grupo finalmente chega à Scotland Yard para encontrar Jack que já massacrou a estação sob ordens de "P" para que ele pudesse recuperar um item mágico. Eles matam Jack, mas "P" se teletransporta de volta para seus compatriotas.
De volta ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando com o nevoeiro. Como Servo não pode ser convocado com a influência do Graal, ele suspeita que o nevoeiro tenha sido criado pelo Graal. Mordred então patrulha, então Ritsuka e Mash se juntam a ela. Ela lembra que ainda não encontrou grupos de Helter Skelter, que é o único inimigo que ela gosta de lutar. Ela também espera que eles encontrem oponentes dignos hoje à noite. O grupo logo conhece William Shakespeare, que recentemente se materializou da neblina. Mordred contempla por que alguns servos do nevoeiro são hostis quando "P" chega. Ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da neblina e os manipularam para expandir a neblina. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, acompanhado por Shakespeare.
Na manhã seguinte, Ritsuka, Mash e Mordred estão em patrulha. Eles finalmente retornam ao apartamento para descansar um pouco. Eles relatam a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para conseguir mais Servos do nevoeiro após a morte de Paracelso. Mordred diz a Ritsuka e Mash para conversar com Andersen e Shakespeare até que sua curiosidade seja satisfeita. Ela então diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen então pede que eles recuperem dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. No entanto, Mordred e Jekyll revelam sua entrada, o Museu Britânico, foi destruído antes da chegada da Caldéia. No entanto, o chefe do grupo juntou-se a Andersen, Shakespear e Jekyll para surpresa de Mordred.
Chegando ao Museu, o grupo vasculha seus escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Eles o encontram e vão para baixo para encontrar os magos mortos. Eles logo se deparam com uma porta da biblioteca protegida, então Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem que eles saiam com eles, então os outros devem defendê-los até Andersen obter as informações que ele procura. Jekyll se transforma em Hyde para ajudá-los a lutar. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o Ritual de Convocação de Servos foi adaptado de um que convoca sete dos espíritos heroicos mais fortes para combater um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém tenha previsto a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para encontrar. Mordred acha que nada disso ajudará contra a produção em massa dos Helter Skelters. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Depois de expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um nobre fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os chamou, o que significa que desaparecerão se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera a localização da Serva, Frankenstein revela que ela sabe onde elas estão.
Enquanto Frankenstein lidera o grupo, Mordred pergunta a Ritsuka se Romani (chamando-o de Dr. Maron) pode fazer um cristal que enxerga longe, dizendo que seria fácil para Merlin. Ela está bastante satisfeita que Ritsuka não saiba sobre Merlin, acreditando que a perda da fama é o que ele merece. Ela sabe que ele está preso em sua torre em Avalon e lembra que ele era um bastardo voador. Ela então diz a Ritsuka para conversar com Mash, percebendo que ela parece deprimida. Mash confessa que é porque ela ainda não pode usar seu verdadeiro Noble Phantasm, mas Mordred diz que ela é diferente daquele bastardo do escudo. Ela diz que é mais forte que ele, só que fica aquém no que diz respeito ao Noble Phantasm. Ela diz que Ritsuka é o parceiro perfeito para Mash e diz que eles precisam se tornar um mestre de primeira classe para ser um servo de pleno direito. [23] O grupo finalmente chega às Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande grupo. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam com os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters de repente se enfrentam. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, a pedido de Romani. Ela percebe o nome do fabricante, ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, 1888 dC".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos da Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança de eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como Espíritos Heroicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Viajando no subsolo, o grupo finalmente chega à câmara de Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que o Nevoeiro Demoníaco foi criado para destruir toda a Inglaterra, como comandado por seu rei. Ele continua um Espírito Heroico capaz de ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco em breve se materializará do Nevoeiro. Ele então se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Depois que Barbatos é derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de convocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. [25] Nikola Tesla é convocado e segue para a superfície, enquanto o grupo permanece inconsciente da explosão maciça de Energia Mágica após sua convocação. Depois que eles acordam, Romani avisa que Tesla está indo para um local na superfície para ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco, para que possa se espalhar pela Inglaterra para destruir a época. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para Madness Enhancement durante a convocação, que Tesla executou automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Depois de derrotar os homúnculos que os emboscaram, o grupo logo alcançou Tesla. Ele revela que o nevoeiro ativado absorve energia mágica sem limites, impedindo que o grupo o alcance. Mordred dispersa o nevoeiro quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo aproveita essa oportunidade para combater Tesla, mas o nevoeiro logo volta. Antes de continuar na superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais espessa, o céu acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente o nevoeiro e implora que eles o parem antes dele.
O grupo corre para a superfície e encontra Sakato Kintoki e Tamamo no Mae, que recentemente lutaram com Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a neblina ao redor de Tesla, então o grupo correu pelas escadas dele para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar à clandestinidade para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da neblina, absorvendo-a enquanto ela se materializa. Mordred se pergunta por que ela não chegou para salvar Londres mais cedo. Ela então suspeita que veio matá-la porque é contra a idéia de salvar Londres. Vendo que ela exerce a Rhongomyniad, Romani implora para que o grupo corra, mas Mordred se recusa, já que seu destino é se rebelar contra o rei Arthur. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal.
Dentro da câmara, Mordred está satisfeito com o resultado. Porém, ela ameaça matar Mash quando disse que Artoria Alter não tinha controle consciente de suas ações. Ela decide não fazer isso, já que Mash estava apenas falando o que pensava, a mesma coisa que ela disse a Frankenstein. Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo logo chegam; Mordred ameaça matar os dois escritores por ser irritante. No entanto, uma figuras misteriosas de uma distorção semelhante ao Rayshift. Ele expressa decepção em Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele então revela que é a mente por trás da Incineração da Humanidade, Salomão. Mordred suspeita que ele é um Espírito Heróico que decidiu destruir a humanidade depois de ser convocado. Salomão corrige, porém, que ele se manifestou sob seu próprio poder. Ele revela que o anel de luz visto nos céus das Singularidades é seu terceiro fantasma nobre, Ars Almadel Salomonis. Por seu interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos deuses demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora aos romani que os desloquem para casa, mas a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que ele supera todos os Servos, independentemente de suas fileiras, como Espíritos Heroicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de convocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contra os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça nascida da humanidade. Salomão confirma que o sistema usado na Guerra do Santo Graal é uma degradação do original. Ele então declara que ele é o Grand Caster e mata Andersen. Mordred detesta sua vanglória, suspeitando que ele esteja realmente em pânico porque Ritsuka já recuperou quatro de seus Grails. Salomão confessa que só chegou à Singularidade por um capricho e se prepara para sair. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destruam sete singularidades. Ele então chama os seres humanos sem valor para viver, apesar de suas inevitáveis ​​mortes e folhas. Voltando à superfície com Ritsuka e Mash, Mordred está insatisfeito, apesar de terem recuperado o Graal. Ela odeia que não pode ir com eles, mas entende que desaparecerá agora que a Singularidade se foi. Ela admite que Salomão estava certo de que os Espíritos Heroicos são inúteis, a menos que sejam convocados. Ela então diz que em todas as épocas, quem constrói é quem está à beira do futuro. Portanto, ela está confiante de que Ritsuka desfará a Incineração da Humanidade. Ela então diz a Mash que ela gosta dela, mesmo que ela não goste do Espírito Heroico fundido com ela. Ela suspeita que eles se encontrarão novamente, depois desaparece satisfeita até mesmo alguém como ela salvou Londres.
Chaldea Summer Memories ~ Calmante Praia Branca ~
Mordred e vários outros servos de Ritsuka são acidentalmente deslocados para uma ilha remota onde não conseguem entrar em contato com a Caldéia. Ela não sabe onde eles estão e lança um olhar de soslaio para Artoria Pendragon, que reconhece que não está na Grã-Bretanha. Enquanto o grupo espera que Barba Negra relate sua observação da ilha, Mordred reclama do calor, dizendo que sua armadura não é de praia. O grupo logo aprende com um Barba Negra moribundo que sua localização ainda é desconhecida, e é quase impossível sair com um navio normal. Concordando com a sugestão de Artoria de deixar a ilha para entrar em contato com a Caldéia, o grupo decide construir um navio capaz de deixar a ilha. Mordred reclama novamente de como está quente em sua armadura quando os caranguejos gigantes se aproximam da posição do grupo. Artoria a repreende por usar armaduras pesadas para intimidar o inimigo. Mordred fica irritado com o comentário de Artoria de que sua reputação como cavaleira não vai além do negativo, mesmo que ela troque de armadura adequada ao seu corpo. Depois de matar os caranguejos, as origens espirituais do grupo são alteradas por Scáthach para lhes dar roupas de banho, a fim de se adaptarem ao seu ambiente atual. Mordred se orgulha de ser mais forte que Artoria, agora ela pode balançar sua espada com mais facilidade. Ela fica chocada quando Artoria puxa uma pistola de água do nada como se não fosse nada. Com ciúmes da arma de Artoria é tão verão, ela pega Prydwen. O grupo vai reunir materiais para Scáthach construir seu navio de fuga e também construir outras instalações.
Mais tarde, o grupo discute qual deveria ser sua primeira tarefa na vida da ilha quando uma tempestade de repente se aproxima. Eles entram em uma pequena caverna avistada por Mordred para escapar da chuva, mas acabam devido a um enorme enxame de insetos. Fora da caverna, o grupo decide que precisa construir uma cabana para se abrigar. Mordred sugere que construam uma cabana de ferro para maior defesa do que a cabana de pedra que Artoria sugeriu. Ela fica brava com Artoria por fingir não ouvir sua sugestão. Se a cabine de ferro for construída, Mordred entra apenas para sair imediatamente devido ao calor excessivo. Ela não se importa se é habitável ou não, apenas se é defensável. Ela então nade depois de dizer a Ritsuka que eles estarão a salvo de qualquer ataque dentro da cabine, embora não do calor. O grupo constrói um suprimento de água para preservar a água doce que coletar.
Cansado de churrasco, o grupo decide construir uma instalação de cozinha adequada. Mordred gosta do som de comer pizza, mas reclama que é uma dor de assar. Ela então sugere que eles façam uma panela grande, dizendo que quantidade é o que é importante. Se a panela for construída, ela ficará encantada ao vê-la cheia de ensopado. Ela começa a se lembrar de algo que Artoria costumava fazer durante sua vida, mas se detém. Ela então afirma que o desempenho de um soldado é afetado pela quantidade de estômagos, para que um exército se desfaça se for deixado sem comida. Assim, ela acredita que a quantidade é o mais importante quando se trata de comida. Em seguida, o grupo decide construir uma instalação de banho. Mordred concorda com a sugestão de Anne Bonny e Mary Read de que eles construam um chuveiro. Se o chuveiro for construído, ela toma banho, apenas para imediatamente surfar novamente. Posteriormente, o grupo decide cultivar um campo vegetal para um suprimento estável de alimentos. Mordred sugere o cultivo de melancias, com as quais Scáthach e Artoria concordam. Se as melancias são escolhidas, os três fazem uma competição de divisão de melancia. Mordred falha em direcionar Scáthach na direção errada, enquanto tenta direcionar Artoria na direção certa. Ela afirma que está levando na direção errada, quando Artoria diz para ela calar a boca por distraí-la. Depois que Artoria usa Mana Burtst para dividir a melancia, Mordred fica surpreso com o quão excessivamente competitiva ela é. Ela tenta fazer a mesma coisa, mas destrói a melancia. Mais tarde, o grupo construiu um campo de grãos que pode ser usado para cozinhar ingredientes. Depois, eles constroem uma fazenda para criar gado. Se uma fazenda de gado é construída, Mordred tenta pegar a carne que Scáthach e Artoria estão preparando, apenas para ser golpeada por eles.
Alguns dias depois, Artoria, Mordred, Kiyohime e Marie Antoinette aprendem com Scáthach que suas colheitas foram destruídas por uma fera, conforme determinado pelo uso de Fintan Finegas por Fionn mac Cumhaill. Mordred pensou, no entanto, que seria apenas ela e Artoria em patrulha. Infelizmente, o grupo encontra Fionn e Diarmuid Ua Duibhne, que serviram de vigia na noite anterior, fatalmente feridos. Artoria descobre pelo Diarmuid moribundo que seu atacante era um javali quando um leitão de javali. Mesmo que Marie acredite que é inocência, o outro tenta cercá-lo e matá-lo, dadas as evidências. No entanto, ele foge ao sentir monstros que chegam. Depois de matar os monstros, Artoria ordena que os outros se separem e procurem o leitão de javali. Mordred reclama que Artoria trabalha demais com as pessoas, dizendo que não entende os sentimentos das pessoas. Ela decide voltar e alegar que não encontrou nada quando encontrou o leitão de javali nos arbustos. Ignorando as ordens de Artoria, ela abraça o leitão para sentir seu pêlo macio. Ela então deixa as nozes que conseguiu de Marie para atraí-lo, alertando-o para não voltar aos campos. Mais tarde, naquela noite, ela se reúne novamente com os outros nas lavouras agora reunidas por Santa Marta, Tamamo no Mae e Anne e Mary. O grupo encontra o leitão junto com outros dois tentando proteger as plantações quando um javali demoníaco aparece. Percebendo que é o verdadeiro culpado, o grupo luta contra o javali demoníaco. Depois de morto, Mordred suspeita que os leitões ajudaram porque Marie lhes deu comida. Ela também suspeita que o javali demoníaco os tenha impedido de comer. Marie percebe que eles também gostam dela, mas Mordred nega e diz para eles irem embora. Depois que Scáthach contrata os leitões para proteger as plantações, Artoria suspeita que eles encontrarão mais javalis demoníacos, dado o tamanho da ilha.
No dia seguinte, o grupo decide construir um caminho. Mordred sugere uma pista de minecart, dizendo que ela não é apenas convinente, mas também divertida. Mais tarde, o grupo decide construir um aqueduto para melhorar sua eficiência no armazenamento de água. Mordred sugere que eles construam um oleoduto, reclamando que as idéias dos outros não têm romance. Se o pipeline for escolhido, ela orientará Ritsuka na instalação da última peça. Em seguida, o grupo decide construir uma ponte para facilitar a viagem para Ritsuka. Mordred afirma que ela e Artoria tiveram a mesma idéia de construir uma ponte levadiça, de modo que, como contrapartida, ela sugere um teleférico. Se o teleférico for construído, ela, Martha, Anne e Mary correm com os teleféricos. se o drawbrige for construído, ela o arranha com Prydwen. Ela nega qualquer responsabilidade e também pede desculpas silenciosamente a Artoria. Mais tarde, o grupo construiu um jardim. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Se o coliseu for construído, Mordred espera impaciente sua vez de lutar. Se o campo de atletismo é construído, ela bate uma bola contra uma parede sozinha. Artoria, com certa relutância, permite se juntar à equipe de Ritsuka, dizendo-lhe para não se segurar.
Mais tarde, Mordred vai surfar depois de fingir que não gosta de compartilhar o mesmo espaço que Artoria. Mais tarde, ela dá a Ritsuka uma prancha de madeira que ela fez, alegando que elas pareciam inveja dela. Acreditando que o surf no rio era mais adequado para iniciantes, ela os trouxe e Mash, para quem também fez uma prancha. Ela confessa que gosta de surfar, porque ir contra o fluxo das ondas combina com seu caráter traiçoeiro. Ela compara a diversão de lidar com as ondas a um cavaleiro andando a cavalo ou cortejando uma mulher, pois quanto maior o desafio, maior o valor conquistado. No entanto, o grupo percebe miasma fluindo rio abaixo, então eles vão rio acima para encontrar os javalis demoníacos responsáveis. Depois de matá-los, o grupo volta para deixar Scáthach e os outros removerem o veneno. Mordred nega que tenha gostado de Ritsuka assistindo-a surfar.
Mais tarde, o grupo decide construir uma torre com vista para a ilha. Mordred esboça rapidamente seu projeto para a torre. Se sua torre é construída, ela elogia por ter a aptidão de ser um rei e uma artista. Ela comenta que o design quebrado da torre simboliza o espírito rebelde da humanidade. Em seguida, o grupo decide expandir sua cabine; Mordred sugere construir uma fortaleza voadora. Se a fortaleza voadora for construída, ela demonstra seus sistemas de segurança, nos quais Cú Chulainn, Sasaki Kojiro e Karna são pegos. Ela então confessa que seu foco na defesa absoluta é porque ela precisa proteger Ritsuka a todo custo. Ela então sugere ir à praia quando Mash aponta que a fortaleza está quente demais para morar. Mais tarde, o grupo se prepara para construir uma estátua quando chegarem aos preparativos finais para o navio de fuga. No entanto, enquanto eles se preparam para construí-lo, um javali gigante aparece. Depois de forçar a retirada, o grupo continua construindo seu navio e estátua. Se uma estátua de Mordred é feita, ela parabeniza por completar o desenvolvimento da ilha fazendo uma estátua dela.
No dia seguinte, a construção do navio de fuga está completa quando o gigante demônio javali. O grupo então luta para proteger os leitões-javali. Porém, sua estância é tremenda, e cobra da nave que a destrua. No entanto, os leitões formam uma parede para protegê-lo quando se machucam. Depois de derrotar o javali gigante, o grupo e os homens embarcam no navio. Mordred está um pouco preocupado que demore muito tempo para que eles possam entrar em contato com a Caldéia, enquanto zarpam.
Chaldea Heat Odyssey ~ Civilização em evolução ~
Enquanto o grupo continua a navegar, Mordred é atacado por Scáthach por chamá-la de velha. Eventualmente, o grupo chega a terra para encontrar um terreno baldio desolado. Mordred diz que encontra comida depois que Artoria menciona que seus espíritos morrerão primeiro ou Ritsuka morrerá de desnutrição. O grupo então ouve um grito de socorro, e eles ficam surpresos que isso esteja vindo de um leitão de javali. Eles matam o Servo das Sombras atrás dele, que se revela um javali demoníaco disfarçado. O leitão de javali chama as deusas do grupo e pede que salvem este mundo.
O grupo é liderado pelo leitão às ruínas de uma cidade. Eles encontram o chefe de leitão de javali que os agradece por salvar seu neto depois de ouvir suas circunstâncias. Eles ficam chocados quando descobrem que os edifícios eram de uma civilização avançada construída pelos leitões de javali. Infelizmente, isso chegou ao fim com a chegada dos javalis demoníacos e dos Servos Sombrios, cinquenta anos atrás. O grupo então aprende com o chefe de uma lenda em seu clã cerca de nove deusas chamadas Nove Irmãs, que deram civilização aos leitões de javali. Dizia-se que as deusas assumiam a forma humana, então o neto do chefe assumiu que o grupo era elas. O grupo decide reconstruir a ilha em troca da ajuda do pigelt de javali. Mordred alerta os leitões que Artoria pode comê-los depois que este se perguntou se os leitões que o Tamamo deveriam comer.
Mais tarde, o grupo começa a reconstruir a civilização do leitão de javali. Mordred se junta à equipe de busca de Scáthach no litoral para a chance de surfar. Depois de destruir alguns autômatos, a equipe de busca encontra um javali gigante protegendo uma árvore. Depois de matar o javali demoníaco, o grupo chega à costa, onde encontra os restos quebrados da estátua que construiu antes. Scáthach revela que eles coincidiram navegando de volta para a mesma ilha, sem saber que 2.000 anos se passaram a um ritmo incrível. Ela ainda revela que o tempo não progride normalmente na ilha, o que significa que uma hora seria diferente lá fora. Ela continua que era uma terra relativamente pacífica onde os leitões dos javalis viveram até a Caldéia chegar. O grupo então volta para os outros e conta o que descobriram. Eles também percebem que são as deusas adoradas pelos leitões de javali. O grupo decide não deixar a ilha de navio novamente, pois Scáthach aponta outros mil anos para a ilha e os leitões de javali podem ser extintos. Eles então decidem que precisam descobrir por que o espaço-tempo da ilha está distorcido, à medida que continuam a reconstruir a ilha e fazer contato com a Caldéia. Eles também se encontram com Cú Chulainn, que recentemente voltou de ser jogado ao mar do navio do grupo. Mais tarde, eles descobrem que Beowulf está na ilha, mas como um inimigo. Mordred o chama de bandido, decepcionado por ela não estar lá para encontrá-lo.
Mais tarde, Mordred se junta a Ritsuka, Mash, Scáthach e Artoria em busca da caverna onde dorme Caster, que deu eletricidade aos leitões há 2000 anos. Perto da caverna, o grupo luta contra os javalis demoníacos que a cercam. Dentro da caverna, eles encontram ainda mais javalis demoníacos. Mordred está irritado com a boa natureza inerente de Mash, mas Artoria defende Mash. Ela é insultada quando é comparada a um coquetel barato. Enquanto Artoria e Scáthach discutem sobre o equilíbrio de ordem e caos, Mordred insiste continuamente que ela não fez nada de errado. Ela também culpa o pensamento rígido de Artoria por que Lancelot enlouqueceu. Depois de matar os javalis demoníacos que antes passavam despercebidos, ela continua a insistir que não fez nada de errado depois que Artoria e Scáthach se desculparam. No entanto, ela admite que fez tudo errado quando Ritsuka concorda que não fez nada errado e pede desculpas. Artoria ordena que ela faça 100.000 flexões como quando retornam como punição, o que aparentemente é 900.000 menos que o normal. O grupo então encontra um Servo desconhecido e luta com ele e seus robôs. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Thomas Edison, que acabou de acordar de sono criogênico. Mordred acha que Artoria está em guarda diante de um rei rei, sem saber que ela está realmente apaixonada pelo rosto de leão de Edison. O grupo segue Edison do lado de fora quando descobre que a civilização dos leitões que ele ajudou a criar está em ruínas. Mordred está chocado com a ameaça de Edison de enviar os javalis demoníacos para a fábrica de empacotamento de carne. Ela esperava que Artoria confirmasse pessoalmente a identidade de Edison.
Mais tarde, o grupo procura a caverna dos javalis demoníacos, supondo que eles tenham o Graal. Depois de algumas brigas, eles dirigem a caverna. Eles o acham guardado pela massa de javalis demoníacos, então Mordred sugere que ela atravesse a linha de frente dos javalis para permitir que Ritsuka, Scáthach e Edidon entrem na caverna enquanto os outros lutam. Ela então intenciona o plano desencadeando seu Noble Phantasm na linha de frente dos javalis. Depois que a fonte dos infortúnios do leitão, Twrch Trwyth, é derrotada, o grupo se prepara para escapar da ilha através do dispositivo de Edison. Mordred descobre com Sasaki que ele e Karna estavam hospedados em Beowulf. O grupo então foge da ilha quando é contatado por Romani, que revela que eles só saíram por uma hora, e retornam à Caldéia.
SIN: Terra do Conhecimento Unificado
Mordred é convocado com Spartacus e Jing Ke quando outro contêiner é lançado de Xianyang. Ela concorda com Spartacus que eles precisam lutar juntos, observando como Artoria ajudou Caldéia várias vezes antes. Ela não sabe quem é Qin Shi Huang e pensa que é o menor imperador romano. O grupo então força Hinako Akuta e o príncipe de Lanling a recuar quando emergem do container. [34] Mais tarde eles matam Jotun do Cinturão Nórdico Perdido. Mordred notou que alguns fugiram, suspeitando que eles tenham um ninho em algum lugar. Ela sugere encontrá-lo e destruí-lo, uma vez que a vila é totalmente indefesa. Ela fica atrás de Nezha e Leonardo da Vinci, enquanto os outros vão encontrar o ninho de Jotun e investigar o Cinturão Perdido. Ela brinca sobre ela e Nezha encontrando e matando Hinako. Depois que os outros retornam, ela diz a Goldolf Musik para não se importar com o comportamento de Spartacus em relação aos moradores. Quando outro contêiner é lançado de Xianyang, ela o destrói com Clarent Blood Arthur. No entanto, Xiang Yu emerge de seus remanescentes e ataca o grupo. Ele sai com Langling quando o último vem buscá-lo. Mais tarde, Mordred pondera sobre sua força, notando que estava constantemente alerta para evitar lacunas em suas defesas. Ela não acredita que ele ajudaria o Qin depois de ouvir que ele se rebelou contra eles na História adequada. Da Vinci então relata que um exército está se aproximando de veículo, então o grupo vai interceptá-lo. Eles lutam contra Lanling e Xiang Yu quando Qin Liangyu e seu exército chegam, ordenando que ambos os lados se retirem. Qin Shi Duang então fala com eles através das vibrações do escudo de Mash depois de disparar um feixe magnético de foco nele. Ele concorda em entregar Tamamo Vitch se eles concordarem em deixá-lo examinar a Fronteira das Sombras, então o grupo concorda de forma relutante. Depois que ele examina a fronteira das sombras, o grupo percebe que a construção em Xianyang é sua verdadeira forma.
Mais tarde naquela noite, Mordred conversa com Spartacus depois de perceber que ele não é o seu habitual. Ela lembra que o Lostbelt é um mundo onde a guerra foi eliminada. Ela então fica confusa quando ele pergunta se eles têm o direito de estar aqui. Mais tarde, Da Vinci e Sherlock Holmes tentam convencê-la, Spartacus e Jing Ke a continuar sua trégua com Qin até que Hinako seja derrotada. Ela aceita o plano, pois era algo que costumava discutir com Agravain. Ela diz a Spartacus para suportar quando ele discorda do plano. Mais tarde, o grupo notou que Spartacus levou vários moradores para marchar em direção à capital. Mordred desaconselha o uso de um Feitiço de Comando contra ele, pois, embora o prenda, não conquistará sua obediência. Ela então pede a Ritsuka para deixá-la convencer Spartacus a parar. Ela explica que fará isso derrotando-o na submissão. Depois que Jing Ke decide se juntar, Mordred diz a Nezha para guardar a fronteira das sombras. Ela, Ritsuka, Mash e Jing Ke logo alcançam Spartacus e os moradores. Eles lutam com ele quando Nezha chega para relatar que Qin Liangyu roubou a fronteira das sombras. Sherlock deu a Nezha o Spirtiual Foundation Graph, e teve sua fuga. Qin Shi Huang ordena a Xiang Yu que mate o grupo depois de saber que eles ensinaram poesia aos aldeões, porque ele prefere que eles sejam pacificamente ignorantes. A luta de grupo contra ele quando Hinako e Lanling chegam. Os dois grupos lutam um pouco quando Qin Shi Huang repentinamente faz Hinako, Lanling e Xiang Yu recuarem. Ele lançou uma carga útil da Grande Muralha em direção à localização atual do grupo, e ela chegará em três minutos. Mordred pega Spartacus depois que o detém com um Cronista sobrecarregado. Ela fica irritada por ele chamá-la de homem, mas se recusa a bater nele em sua condição atual. Depois que ele desaparece, o Spirtual Foundation Graph reage à linha ley conectando-se ao Trono dos Heróis.
Jing Ke sugere que eles se separem nos três grupos; um para perseguir a fronteira das sombras e dois para levar os aldeões para algum lugar não observável para Qin Shi Huang. Ela designa Mordred e Nezha para escoltar os moradores, enquanto ela vai com Ritsuka e Mash para perseguir a fronteira das sombras. Depois que Mordred e Nezha terminam, eles se escondem e esperam perto de Xianyang até que todos estejam juntos antes de atacar a capital. Mordred diz que o plano está cheio de buracos, mas observa que é mais flexível por causa disso. Ela diz aos moradores que não é culpa deles que eles precisam sair, pois é assim que a guerra é para os civis. Ela concorda com o garoto, que se uniu a Spartacus, que agora experimentam a liberdade, algo que ela diz que vale a pena morrer. Mordred e Nezha então escondem os aldeões em uma caverna com provisões.
Os dois mais tarde redevos com os outros estavam indo para Xianyang, junto com Chen Gong, Red Hare e Vitch. Ela permite que Vitch ajude, pelo menos até que o último trai. Eles logo chegam à capital e matam Qin Liangyu. Enquanto viajam pela área residencial, Mordred fica preocupado com o Palácio de Epang caindo sobre eles. O grupo entra no departamento tecnológico do palácio para encontrar a fronteira das sombras lá. Eles lutam contra os soldados de Han Xin, seus comandos os fortalecendo. O capitão da guarda, Li Shuwen, chega para ajudar Han Xin. Depois de alcançar a vitória, o grupo leva a Borda das Sombras para a Árvore Fusang. Eles chegam ao tesouro quando são confrontados por Xiang Yu e Hinako, que anteriormente revelaram sua verdadeira identidade como Yu Miaoyi. A Árvore Fusang é revelada como o Mayall da Árvore da Fantasia. Depois que Xiang Yu e Yu Miaoyi são derrotados, Mordred se vangloria de como ela vai vencer as previsões de Xiang Yu toda vez. Vitch então ativa Mayall, revela que estava dentro da Árvore Fusang. Vitch então se teleporta para longe, e o Palácio de Epang cai. Qin Shi Huang aparece das ruínas agora em forma humanóide e luta contra o grupo para ver cujo mundo continuará. Depois que ele é derrotado, Mordred diz que ela ajudará idiotas como Ritsuka sempre. Qin Shi Huang confia o futuro à Caldéia, mas Xiang Yu rejeita sua decisão. Apesar de suas feridas, ele luta contra o grupo. Lamentando loucamente sua morte, Yu Miaoyi permite que Mayall a absorva. Mayall desperta completamente, e Qin Shi Huang ajuda a destruí-lo. Depois que Yu Miaoyi, Cheng Gong e Red Hare desaparecem, Mordred decide ficar com os outros até que eles deixem o Cinturão Perdido.
submitted by YatoToshiro to Fate_GensokyoBR [link] [comments]


2020.08.06 22:03 ElFalconesy Abri meu relacionamento e não sei o que fazer

Eu e meu marido decidimos abrir e, literalmente, não sei o que fazer com essa abertura.
Um breve histórico: antes desse meu relacionamento atual, tive um namoro longo, de três anos. Nesse relacionamento passado era impossível imaginar abrir, era um relacionamento abusivo de ambas as partes, rolava muito ciúme mútuo e a gente se proibia até de beber na ausência um do outro. Depois que terminei e refleti muito sobre essa possessividade toda, comecei a desejar a experiência de um relacionamento aberto, sem nem ter a certeza se eu seria capaz de lidar com essa forma de desapego.
Masss aí eu conheci meu marido, nos apaixonamos, e ele deixou bem claro que não gostaria de ter um relacionamento aberto. Ele já havia tido um namoro anterior fechado, de um ano. Eu estava apaixonado, ele também, topamos um relacionamento fechado e isso nunca foi um problema. Namoramos por seis meses quase praticamente morando juntos, depois por mais dois anos e meio a distância (eu em SP, ele no RS), continuamos com relacionamento fechado, eu nunca traí nem nunca senti vontade e tenho plena confiança de que ele também não me traiu. Ele se mudou pra SP, namoramos por mais um ano, totalizando 4 anos de namoro, e nos casamos, tudo isso ainda em relacionamento fechado.
Pois bem, pouco mais de um ano de casamento feliz e saudável, a conversa de abrir o relacionamento ressurge das cinzas e para a minha surpresa ele muito tranquilamente fala que abriria, bem como toparia fazer sexo a 3. Tivemos uma longa conversa de umas 3 horas, bastante honesta, e ele basicamente disse tudo que acredito: nenhum ser humano pertence a outro, que ele separa bem prazer sexual e relação afetiva, que ele é muito seguro do amor que sentimos um pelo outro e da nossa vontade de seguir construindo uma vida a dois, e que pra ele seria ok fazermos sexo com outras pessoas. Nessa hora baixamos juntos o Grindr no celular dele, demos uma olhada e foi isso. A única questão que não ficou bem resolvida é que ambos ficamos apreensivos de colocar foto em app de pegação porque o nosso status de relacionamento aberto ainda está no armário. Nenhum de nós ficou muito a vontade de pensar que algum conhecido nosso poderia nos ver no app e interpretar errado. Isso poderia gerar uma situação toda que teríamos que explicar pros nossos amigos e... preguiça.
Passou um mês e eu não fiz nada com esse novo status de relacionamento, tanto pela falta de perspectiva de sair com alguém devido a pandemia quanto por não ter tido vontade, mesmo. Mas aí ontem, por curiosidade, baixei o Grindr, deixei um perfil vazio e comecei a dar uma olhada. E percebi que não sei o que fazer com o app. Não queria colocar foto pelo que já expliquei acima, mas quem vai querer falar com um perfil vazio? Eu sinto que nem sei mais usar esse tipo de aplicativo, usei pela última vez há mais de cinco anos... essa função tap, por exemplo, existe algum código de conduta com relação à ela? Me deram tap, se eu der tap de volta o que significa? Me senti muito velho tentando usar (mas tenho 26 anos).
Acima de tudo, me sinto deslocado no app porque eu acho que meu propósito ali é bem diferente do da maioria, que é solteiro, e busca homens de boa aparência e etc... eu realmente só faria sexo com alguém do aplicativo pra ser uma experiência diferente e gostosa, não quero ficar preocupado com rejeição, não queria ficar encanado com meu corpo, não to desesperado pra transar com qualquer pessoa, também...
Enfim, depois desse textão o que eu queria saber é: alguém aqui já passou por algo semelhante? Será que o que eu procuro não está nesse tipo de app? Como vocês lidaram com essa questão de amigos e parentes do casal descobrirem que o relacionamento abriu? Adoraria ler histórias de abertura de relacionamento pra saber como foi!
Obs: meu casamento não está em crise, nos amamos muito e o sexo é ótimo. Sou muito seguro de que temos um futuro juntos bastante bonito pela frente. Decidimos abrir e contar tudo um pro outro, não queremos aquele tipo de abertura que abre, mas não conta, porque não queremos ter que mentir pra sair com outras pessoas.
submitted by ElFalconesy to arco_iris [link] [comments]


2020.07.21 21:02 N4T5UME Ele voltou e não sei o que fazer

A história é meio longa, mas vou tentar resumir. No ensino médio, mais especificamente em 2018, eu tinha um melhor amigo muito próximo, tipo muito próximo. Aquele tipo e amizade que você não precisava falar, ele já entendia, a gente se comunicava até por gestos. A gente sempre se gostou, só que eu namorava e não sabia que ele gostava de mim tbm. Lá para o final de 2018, eu terminei meu relacionamento (que era tóxico e abusivo), nisso acabei descobrindo que ele tbm gostava de mim, mas tinha acabado de começar a namorar. Mesmo assim eu ainda queria ser só amiga dele, até que ele pede um tempo no namoro, pra pensar, nisso a gente acaba ficando. Depois disso, ele disse que ficou confuso e que queria esquecer de tudo e que deveria seguir a vida com Menina A (vou chamar ela assim). Isso me magoou muito, porque passamos por muita coisa juntos, e magoou nossa outra melhor amiga tbm (ela não sabia dessa história até então). Chegamos em 2019, eu entrei na faculdade em outra cidade (uns 200km de distância dele) e ele simplesmente sumiu, ficamos eu e a minha amiga, ela sempre se questionando porque ele tinha ido e eu sempre com muita vergonha de contar a história toda. No meio de 2019 ele volta, pedindo desculpas, querendo voltar a ser nosso amigo (Ele disse que tinha tentado se matar, e realmente tentou, estava em um relacionamento abusivo com a Menina A), durou uma semana, ele disse que não podíamos ser amigos e sumiu de novo. Depois disso, a minha amiga ficou muito abalada e a gente perdeu o contato aos poucos (descobri mais tarde o motivo) Ele volta de novo no final de 2019, logo depois do meu avô morrer, dizendo que sente pela minha perda, que queria estar comigo, a gente volta a se falar um pouco, ele diz que a Menina A fugiu da casa dela e está morando com ele, que ela tenta se matar quando ele tenta terminar, ele diz que tem medo de acontecer alguma coisa e que não consegue sair disso. Depois some de novo. (Caralho né) Então meus amigos, não acaba aí, ele volta de novo em Fevereiro desse ano, nisso a minha amiga (a do ensino médio) volta a falar comigo, pedindo desculpas por ter sumido, ela disse que nesse tempo ela teve muitas recaídas e que estava fazendo tratamento com psicólogo e psiquiatra, inclusive tomando remédios, fiquei feliz por ela estar se tratando e triste por não ter dado o apoio devido, mas pelo menos ela se importou o suficiente comigo pra voltar (nisso eu contei o que tinha rolado com o cara que sempre vai e volta, ela também era melhor amiga dele, tinha direito de saber). Voltando ao cara que voltou, ele disse as mesmas coisas, botou uma puta pressão psicológica e sumiu, ele só veio, fudeu geral e sumiu. Agora eu termino, juro. Ele voltou de novo nessa semana, dizendo que terminou com a Menina A, e que se sentia mal por ter me tratado daquela forma, disse que sentiu como se tivesse jogado 2 anos da vida fora, a Menina A fez ele excluir tudo, todas as fotos e contatos dele (inclusive das primas de sangue, por puro ciúme) ele não podia ter redes sociais, nem ver mais filmes. Me pediu perdão e disse que queria voltar a ser meu amigo. Eu sinceramente não sei o que fazer, eu já dei tanta brecha, que meu coração fechou, perdoei ele, não sou de guardar rancor, mas ao mesmo tempo que não quero mais falar com ele o meu coração pesa. Minha amiga já mandou ele ir se foder, que não quer mais ser amiga dele e que nunca mais quer ver ele. Hoje ela é a minha melhor amiga, ele foi um fdp com gente, não discordo com ela.
É isso galera, tô perdida, muita coisa tem acontecido na minha vida e não sei o que seria mais certo a se fazer, se alguém leu muito obrigado, tô aceitando conselhos e opiniões.
(Caralhow, tá enorme, desculpa galera)
submitted by N4T5UME to desabafos [link] [comments]


2020.07.08 19:30 YatoToshiro ​Fate/Gensokyo #14 Heracles (Hercules) {Berserker}

https://preview.redd.it/km3hyjpz4o951.png?width=640&format=png&auto=webp&s=c60d80be7012991ade6a5f44efe47a7e3305d85f
O nome verdadeiro de Berserker é Heracles o maior herói da mitologia grega. Ele era um semideus nascido de Zeus, o rei dos deuses, e uma mulher humana (que era neta de Perseu, um semideus filho de Zeus). Embora tivesse talento superior em todas as áreas, ele apresentava vários problemas de personalidade. Ele espancou Linus até a morte, depois de repreender Heracles por cometer erros e, em seguida, atacá-lo com varas, e seu pai mortal, Amphitryon (que era neto de Perseu) o enviou para cuidar de seus vaqueiros. Ele se tornou um homem esplêndido que realizou várias grandes ações que fizeram o rei de Tebas conceder a Heracles sua filha, Megara. Eles tiveram dois filhos, e ele ganhou o direito de suceder ao rei.
Ele era jovem e forte e parecia que não havia correspondência entre os humanos. Seu futuro parecia brilhante, tendo se casado com a filha do rei e tendo dois filhos, mas a esposa de Zeus, Hera, detestava o filho nascido entre Zeus e um humano. Ela se intrometia com o destino dele em todas as oportunidades, e começou enviando loucura a ele que o levou a matar sua família. Incomodado com os pecados que cometera, recebeu um sinal de que deveria expiar, tornando-se escravo de Eurystheus, o homem que tirou sua prometida posição como rei.
Eurystheus, com ciúmes do herói forte, deu-lhe muitas tarefas difíceis e afirmou que Héracles continuaria sendo seu escravo até que fossem concluídas. Esses trabalhos difíceis eram tarefas impossíveis de serem concluídas com habilidades humanas normais que mais tarde passaram a ser conhecidas como os famosos Doze Trabalhos de Héracles. O número de trabalhos originalmente escolhidos pelos deuses era dez, mas Eurídheus acrescentou mais dois trabalhos depois de negar o cumprimento de dois deles. Heracles conseguiu completar até essas tarefas, então ele recebeu não apenas sua liberdade, mas também recebeu um corpo imortal como prova de suas grandes realizações.
Isso marcou o início do grande herói Heracles, o maior herói da Grécia, que sozinho conseguiu grandes feitos iguais aos da Guerra de Troia e da Expedição Argo. Apesar disso, o ódio de Hera era infinito, então o resto de sua vida foi novamente cheio de loucura. Enquanto ele deveria ter sido imortal, ele foi morto por veneno por uma de suas esposas. Embora ele fosse um grande herói igualmente igual ao deus do sol, mesmo como humano, ele foi morto lentamente pelo ciúme persistente de Hera. Ele queimou seu próprio corpo, ainda contaminado com veneno no momento de sua morte, e confiou-se ao julgamento de Zeus. Os deuses aprovaram seus grandes feitos em uma conferência, prepararam um assento no Olimpo após sua morte e o reconheceram como um deus.
Fate/Stay Night Quem falar que essa não é a melhor luta do Berseker essa pessoa assiste Boku no Pico escondido dos Pais. De todas as Lutas dele essa foi a mais FODA. O Monstro não durou 2 Minutos com a Saber Alter mas foi bonito demais essa luta, essa humilhação do berserker é minha segunda luta favorita ao lado de Berserker vs Gilgamesh que é outra luta epica.
Fate/Unlimited Codes Como ele é chamado por Illya, a sanidade de Berserker é tirada e até ele não tem certeza de sua identidade real. Tudo o que Berserker tem é pura raiva, exceto por um lugar tranquilo em seu coração sempre que vê Illya. A voz de Illya ajuda Berserker a se lembrar de seus arrependimentos e lamentações por não poder proteger sua amada. Ele deseja protegê-la, e sua decisão é a de um herói que flutua nas profundezas da loucura.
Berserker e Illya mais tarde confrontam Shirou e Saber, e Berserker é cegado pelo brilho prateado de Saber. Ele se lembra de ter lutado contra esse tipo de inimigo antes e a considera uma inimiga perigosa. Além disso, Illya tem medo de Saber, então ele instintivamente luta com Sabre e vence.
Seu oponente final é Gilgamesh. Illya fica surpresa ao ver que existe um oitavo servo. Berserker sabe que Gilgamesh é o inimigo mais maligno e mais poderoso que ele enfrentará, e ele pode dizer pelos olhos de Gilgamesh que ele procura a morte de Illya. Ele pode dizer que Gilgamesh não é um inimigo normal e que ele terá que provar seu valor como herói para superar Gilgamesh. Berserker reage à intenção assassina de Gilgamesh e entra em batalha. Quando a batalha termina, seu corpo está gravado com incontáveis feridas e tornou-se difícil dizer se é o seu próprio sangue ou o do inimigo. Illya toca Berserker e elogia sua força, a voz dela chega ao coração dele, e Berserker sabe que esse é o fim. Um calor suave e paz consolam seu coração bestial. Ele sente alívio, um sentimento que um herói não desfruta há muito tempo. Illya agradece a Berserker e diz adeus a ele, usando todos os seus feitiços de comando para ordenar que Berserker cometa suicídio esmagando seu próprio coração. Quando ele morre, ele testemunha Illya usando o Vestido do Céu e lamenta quando sua consciência desaparece: "Tão bonita".
Fate/kaleid liner PRISMA☆ILLYA Quando manifestado, ele tem a mesma aparência que normalmente faz na classe Berserker. Ele não tem sua espada de machado, apenas usa os punhos para lutar e a Mão de Deus para reviver. Enquanto ele continua a batalha, suas saliências do cotovelo começam a crescer em vários espinhos e saliências semelhantes começam a crescer em seu corpo. Miyu é completamente oprimida por Berserker depois que ela consegue matá-lo uma vez com Gae Bolg. A instalação do Sabre Class Card permite que ela lute contra ele e ataque com Excalibur, mas isso se mostra ineficaz em matá-lo completamente. Illya chega antes que Berserker possa acabar com Miyu, e enquanto Rin e Luvia o seguram brevemente, Miyu e Illya usam o Kaleid Install com o Sabre Class Card para acabar com ele.
Fate/Grand Order Heracles é derrotado por Artoria Alter e transformado em um Servo das Sombras. Ele é considerado muito perigoso por Cú Chulainn, pois até Artoria Alter teve problemas em derrotá-lo. No entanto, ele não ataca abertamente os outros e mantém para si. Devido à ameaça que ele representa, o partido do protagonista escolhe não ir atrás dele, deixando-o sozinho.
O nome verdadeiro de Berserker é Megalos, O pseudônimo dado a um Berserker Heracles cujo Saint Graph é altamente modificado por Scheherazade usando seu Noble Phantasm em conjunto com o poder do Phenex. Decidindo que nomes como Gigas ou Gigant provavelmente ofenderiam o herói por serem inimigos dos deuses olímpicos, Da Vinci e Mash o nomeariam Heracles Megalos (Heracles Megalos), e depois o dissociariam. Heracles regular, decidindo apenas chamá-lo de Megalos.
Está implícito que elementos dos gigantes foram incorporados ao seu Saint Graph, ou pelo menos o de Alcyoneus e Porphyrion, dois dos maiores gigantes que foram mortos por Heracles durante a Gigantomachy, com base nas habilidades que Megalos usa em sua batalha final com a Caldéia.
submitted by YatoToshiro to Fate_GensokyoBR [link] [comments]


2020.06.28 02:46 Background-Fish3121 Ciúmes do pai da enteada

Oi pessoal,
Há mais ou menos 15 anos conheci minha namorada. Ela já tinha uma filha na época, com pouquíssimos meses, recém-saída de um relacionamento conturbado de idas e voltas. Na época, nem eu achei que poderia dar certo, mas o fato é que a coisa foi rolando e cá estamos nós, agora com mais um filho de 5 anos nosso, a menina com 14, e morando todos juntos.
Como ela tem um pai biológico, consentimos que a menina não me chamaria de pai. Eu que dei essa ideia principalmente por não saber como ele reagiria, e por não ter certeza que o relacionamento duraria tanto. Mas, sem qualquer surpresa, eu terminei ajudando muito na criação dela, educando-a, ensinando-a as coisas da vida e se tornando o amigo mais próximo que posso ser. No meu coração, sinto como se fosse minha filha mesmo. Ela me chama pelo nome, e me apresenta como padastro (normalmente) ou pai (mais raramente) para as amigas e pessoas em volta. A família como um todo entende que ela "dois pais", e tenho certeza que ela também sente isso, pois eventualmente diz isso. Para terminar de contextualizar, ela é muito carinhosa comigo, me ama, nos entendemos muito bem e temos um relacionamento digno de pai-filha (e orgulhosamente daqueles modernos, pois sou bem mente aberta). Talvez pela situação, peco no sentido de não dar os devidos limites algumas vezes, peso que termina ficando sobre a mãe, já que o outro pai nunca participou da educação dela nem procurou saber como é feita. A mãe diz que ele é só oba-oba, pega no final de semana e devolve sem ter nenhuma preocupação com as responsabilidades que um filho exige; concordo que ele é sim (nunca perguntou nem demonstrou interesse em nada sobre a criação; acho que só muda se um dia encontrar uma parceira, ter outro filho e não se separar), porém como a mãe e o pai dela não tem uma boa relação, fico sem ouvir o outro lado da história e bater o martelo sobre esse aspecto. Por fim, vale dizer que minha enteada e o pai dela também tem uma boa relação, e apenas imagino como deve ser pra ele também tudo isso, se é que ele pensa sobre (acho que não).
Como a guarda é da mãe, a menina sempre teve mais contato conosco que com o pai, ainda mais que há alguns anos precisou mudar para Natal a trabalho (moramos em Brasília), com visitas mensais e videochamadas para tentar suprir a distância. A menina não toma a iniciativa, é o pai que tem que ligar.
O ponto onde quero chegar: nos últimos anos tenho sentido muito ciúmes da relação dela com o pai. Cada presente que ela ganha, cada conversa animada, tudo isso termina me deixando meio bad, e as vezes fico chateado só por ele ligar (normalmente uma vez durante a semana é uma no fim de semana). Quando tive meu filho, achei que ia deixar essa questão um pouco de lado, mas parece que piorou. Acredito que seja porque depois que ele nasceu eu me aproximei como nunca da minha enteada, com medo de que ela se sentisse rejeitada dada a atenção que o irmãozinho novo naturalmente recebe (se já é comum entre irmão biológicos, imagine nesse caso...), mas divago.
Procurei muito na internet e não encontrei caso parecido com o meu, somente orientações de como ser um padrasto. Aprendi que o correto é não tentar substituir o papel de pai (pois ela tem um), muito menos criticá-lo ou aliená-la parentalmente, porém isso está me consumindo mais do que o normal e tem me incomodado cada vez mais, a ponto de eu achar na minha cabeça que é uma rivalidade (e claro, é óbvio que não é!).
Gostaria de saber a opinião de vocês se alguém tem alguma situação parecida ou dicas de como posso lidar com isso.
Criei uma conta só pra isso porque sabe como é o DF, pra me identificarem não precisa muito.
submitted by Background-Fish3121 to desabafos [link] [comments]


2020.05.29 16:43 mateusonego Não aguento mais me arrepender

Bom dia, povo! Espero que estejam sobrevivendo aí, e bem.

TL;DR: Ateu mal-acostumado, ainda projeto o julgamento de Deus em todas as áreas e pessoas, e não suporto mais sentir culpa nem arrependimentos - o único futuro que vejo é me isolando e vivendo sozinho, sem interagir nem construir nada com mais ninguém, o que rouba todo o sentido da vida humana. Não sei mais o que fazer comigo.

Bom não tenho certeza do que eu pretendo com isso, mas eu honestamente não faço mais ideia de que direção tomar, e senti que pôr tudo pra fora pode elucidar alguma coisa. Peço desculpas desde já pela bíblia abaixo (quem ler vai rir da escolha de palavras) mas eu não sei identificar limites e necessidades ¯\_(ツ)_/¯ prefiro dar mais detalhes do que devo.
Enfim, já faz alguns anos que eu tenho depressão. Sempre fui uma pessoa muito ansiosa, a ponto de precisar me consultar a respeito algumas vezes enquanto criança. Me parece que a coisa toda começou principalmente depois que meu pai faleceu (doença cardiovascular - eu tinha 5 anos).
Eu não passava o meu dia com meu núcleo familiar (minha mãe sempre trabalhou, eu sempre fiquei com uma tia até pelo menos os 12), então ficava o dia todo na TV e quando chegava em casa a noite ia direto pro computador. Eu sou negro (sempre sozinho em espaços brancos, só bem mais tarde eu ia entender o que isso significava e começar a perceber as consequências), sempre fui mlk de prédio (cohab - de bem favorecida minha família não tem nada, mas graças a Deus nunca passamos fome), e minha mãe não percebeu o quanto eu me fechava conforme o tempo passava. Passei minha infância inteira brincando literalmente sozinho, fazendo todos os papeis etc rs e nem sei dizer o quão rápido me acostumei a passar o tempo integralmente dentro da minha própria cabeça.
Porque eu não entendi muito bem a morte do meu pai, e por conta de como eram as coisas na minha família (minha tia era paranoica, meu tio era um absoluto escroto em todas as áreas, minhas primas eram frustradas e descontavam um pouco em mim - nada demais, minha família sempre foi bastante amorosa, na verdade, não posso reclamar disso -), e por conta de eu passar uns 25% do meu tempo com minha mãe no máximo, que quando tava comigo tava cobrando sobre a escola etc, papo padrão de mãe ausente (não culpo ela em nada, minha mãe sempre foi esforçada pra cacete e lutou muito pra subir aos poucos na vida, sempre se fez o mais presente possível e demonstrou amor incondicional, sempre deixou claro que me ama não importa a merda que eu faça - mas o fato é, ela sempre me cobrou muito das coisas, não exatamente da forma mais inteligente), minha terapeuta disse que meu cérebro me responsabiliza de alguma forma pela ausência do meu pai (como se eu tivesse cometido algum erro, e por ISSO ele tivesse saído da minha vida), e hoje entendemos que meu cérebro associou toda essa mistureba como: "não posso errar, nunca, preciso ser capaz de cuidar das minhas responsabilidades, se não os outros não vão querer saber de mim, e eu ainda posso prejudicar eles, pôr o esforço deles a perder, então eu nunca posso fazer nada que não seja a melhor e mais perfeita coisa que eu poderia ter feito no momento".
Soma-se a isso o fato de minha família ser aquelas tradicionais evangélicas neo-petencostais, e toda minha insegurança foi armada e munida: eu sempre levei a coisa a sério, me esforcei para viver de acordo com filosofias ou de acordo com as conclusões que eu chegasse, achava que era questão de vida ou morte (ser salvo ou ir pro inferno) que eu ponderasse muito sobre minhas escolhas e fosse compromissado - só assim eu verdadeiramente estaria fazendo a vontade de Deus, só ignorando o mundo e as tendências e me reservando a ficar sempre na contra mão.
Eu nunca me senti bem, feliz ou satisfeito. O estado mais positivo que eu já consegui alcançar foi "conformado", mas mesmo enquanto amparado pela fé, eu não via muito sentido nas coisas, não conseguia enxergar propósito que não fosse Deus, e a forma de lidar com esse propósito - combatendo o mundo, pra convencê-lo a se salvar - me frustrava. Mas a coisa tomou outro patamar quando, depois de uns anos levando a sério a religião, eu me dei conta que não cria em mais nada. Aí, a depressão que se mascarava como descontentamento se assumiu de verdade, e só então eu reparei há quanto tempo eu andava desejando morrer mas não admitia para mim mesmo. Foi só quando eu parei de encarar o suicídio como um pecado, que eu passei a reconhecer com quanta intensidade eu sempre flertei com ele. Isso faz uns 10 anos, e de lá pra cá, a vontade de abandonar tudo só cresceu - e hoje eu sinto que isso é especialmente pq eu passei o papel de "Deus" pras outras pessoas, ou pra sociedade: cada ação minha está sendo pesada por alguém - ou será pesada por cada pessoa que passar pela minha vida - e meus acertos determinarão meu valor enquanto pessoa.
Nunca tive problemas para ter amigos, mas sempre me senti bastante deslocado (negro e cristão, né, nunca me sentia completamente pertencente). Sempre fui inseguro e sem malícia demais pra ter atitude para ter um relacionamento, e como eu era cristão e tem toda a parada de sexo etc, enfim, eu fui demorar para ter meu primeiro relacionamento, que eu abri mão pq não dava conta de quão mal eu me sentia, do quanto eu me cobrava ou me culpava por tudo, do quanto de ciúmes que eu sentia, etc.
A vida passou, eu deixei de ser cristão, comecei a entender melhor a sociedade, comecei a fumar maconha, fumei muita maconha, e no meu 3º relacionamento minha namorada percebeu que tinha coisas dentro de mim com as quais eu não sabia como lidar, e me convenceu a fazer terapia, por mim, e por nós. Eu comecei a fazer. entendi muitas das coisas que mencionei aqui, tivemos anos de muita alegria, fomos morar juntos, eu seguia com a terapia e tomando remédios etc, até que... fomos nos afastando... e eventualmente terminamos. Na época eu não sabia direito identificar o que tinha acontecido. Hoje, eu acho que fumávamos demais, eu em especial, e não estava me esforçando de verdade para estar com os outros e fazer coisas novas, eu só queria saber de fumar, tava afstando ela da família dela, enfim... provavelmente acabei entregando um relacionamento tóxico pra ela, ou até abusivo.
Eu moro sozinho há uns 2 anos e meio agora. Sigo fazendo terapia e tomando remédios (só 10 por dia). Continuo fumando maconha, pq é a única coisa que alivia o dia-a-dia, tentando reduzir bem (hoje fumo 1/3 do que fumava no começo do ano, por ex - mas ainda fumo um pouco todos os dias, e minha psiquiatra sabe). Eu sei que isso já detonou minha noção de tempo, realidade, felicidade, vida, etc... Estou ansioso num nível que, de tanto mexer o meu calcanhar, eu literalmente to com problemas pra descer escadas ou ladeiras, sei lá, meu músculo buga e começa a tremer.
Eu tive um relacionamento no fim do ano passado, mas invadi todos os espaços dela sem a menor paciência, cobrava atenção que não fazia sentido pro que tínhamos, enfim, creio que projetei uma "continuação" do meu último relacionamento, não soube identificar como recomeçar a conhecer e ficar com alguém.
Nos últimos meses minha mente abriu muito pra muita coisa, e eu deixei de me culpar de muita coisa. Entendi algumas das minhas limitações, e que eu poderia escolher a vida que eu queria levar, dia após dia, eu posso escolher como levar meus dias. Eu trabalho, pago minhas contas, tenho um relacionamento ok com minha família, não devo nada a ninguém. Entendi por ex que eu provavelmente não tinha machucado minha última companheira, mas eu sem dúvidas frustrei muito a ela e a mim, e absolutamente gratuito.
Enfim. To há mais de um ano sem conseguir dormir 5h seguidas (serião), e aí pow, quarentena, não tenho o que fazer além de pensar na vida. Antigamente eu via muitos filmes e séries, ouvia música o dia inteiro etc, ultimamente SÓ consigo ver animes (não sei se pq os episódios são curtos, por conta da variedade, se é pq eu sou uma eterna criança, se é pq eu acho mais fácil refletir em cima das problemáticas...). Não aguento mais sonhar com o passado, não aguento mais sentir saudades das pessoas que passaram pela minha vida (especialmente minha noiva), não aguento mais não ter perspectiva nem vontade de futuro. Faz alguns meses já que eu tenho certeza absoluta que só estou vivo ainda pela minha família. Eu não queria, não tenho força nem ânimo pra sonhar com nada que eu queira pra mim, ou com nada que eu acredite que possa alcançar. Eu sinto que nenhum esforço pra ser feliz ou chegar em lugar nenhum nunca vai compensar as tristezas, as dores, e acima de tudo, os arrependimentos. Por mim, posso dizer isso sem medo algum, eu já tinha ido embora há alguns meses. Tenho até umas receitas naturais salvas pro dia que a coragem chegar (mas ela nunca vai chegar, eu nunca faria isso com minha mãe e meu irmão)
O que me mata são os arrependimentos. Eu demorei, mas entendi que tem muita gente pelo mundo, e que as pessoas vem e vão mesmo, isso é inevitável, e não precisa ser negativo. Eu não tenho "medo" de nunca encontrar ninguém, por exemplo. Mas meus sentimentos de culpa são TÃO fortes que eu nunca mais quero arriscar sentir isso por ninguém. Nunca mais quero sentir que decepcionei alguém, e tb não quero me frustrar. Eu sou honesto demais (acho que deu pra perceber), e embora leia MUITO as pessoas, nunca aprendi a lidar com o ritmo do mundo ou com a relação que as pessoas tem com a própria vida - esse ano me dei conta que continuo absurdamente religioso com a vida, to tendo que desconstruir pra entender como não encarar cada segundo como uma responsabilidade de tomar a decisão certa. Mas ainda dói demais pensar que eu machuquei as pessoas, e me dar conta que eu perdi oportunidades e pessoas por ser burro e egocêntrico. Ainda encaro os acontecimentos como decisivos, ou "destino". E decidi esse ano que ia me concentrar em mim, juntar uma grana, melhorar um pouco de vida e tal - mas quarentena, e aí no meio dela eu vi o quanto eu ainda me sinto dependente da validação dos outros (é um pouco de carência tb sim, mas é realmente uma necessidade de validação absurda), e que precisava aprender a superar.
Mas os dias passam, e minha cabeça não muda: to sozinho pq fiz muita merda, pq fui ansioso e egoísta, sou estranho e introvertido demais pra me relacionar com amigos ou parceiras de qualquer grau, e, como sei que preciso ficar vivo, pelo menos até minha mãe morrer, a única estratégia que eu vejo é se eu me fechar pra todo mundo e aprender a me aceitar sozinho. E eu realmente não posso dar brechas pra ninguém participar da minha vida, pq as preocupações me consomem, e eu sinto o arrependimento antes mesmo de fazer qualquer coisa.
Bom, é isso. Se você chegou aqui, parabéns. Recomendo agora um Neil Gaiman, um C. S. Lewis, ou pq não um Marx né. Como eu disse, não sei onde eu quero chegar. Acho que só precisava pôr pra fora. Por favor fiquem mais que à vontade pra comentarem qualquer merda, não to esperando ajuda nem forças, nem compreensão na verdade, mas eu sei que vcs vão me entender (talvez eu esteja procurando perdão, ou redenção?). Se alguém tiver passado por qualqueeeeeer coisa parecida, tamos aí para conversar.
Mas é isso amiguinhos, não se deixem acumular culpas, nós raramente temos, o mundo é difícil e cruel e cada favelado é um universo em crise. Sempre erraremos e sempre teremos de dar um jeito de levantar no dia seguinte. Cabe a cada um escolher como e com quem quer fazer isso. Boa sorte pra nós, pois Brasil. Muito amor, paz e saúde.
submitted by mateusonego to desabafos [link] [comments]


2020.04.22 04:23 LextonQuinky Ciúmes que não deveria sentir... mas sinto.

Gosto de uma garota há 4 anos. A gente já namorou, mas não deu muito certo, e nos afastamos, mas depois de uns meses ela veio atrás de mim dizendo que sentia minha falta... pois bem, nos reaproximamos e vida que seguiu como amigos. Nunca deixei de gostar dela. Agora o que aconteceu hoje; tem outro cara que é amigo nosso que também gosta dela, e hoje ele foi na casa dela e está lá até agora. Somos em um grupo de 4 amigos, eu, ela, o amigo que gosta dela e outro amigo, jogamos online pelo discord todos os dias. Hoje mais cedo quando entrei lá (no discord), todos os 3 tentaram “esconder” que o amigo que gosta dela estava na casa dela com ela. Provavelmente fizeram isso para que eu não surtasse, pois sabem que eu sou bastante ciumento. Assim que eu me toquei que estavam juntos já que só um deles estava no discord e eu estava ouvindo a voz dos dois, me veio toda aquele sentimento negativo. Me senti um lixo por terem que tentar esconder isso e senti meu ciúmes, porque até hoje ela nunca tinha convidado ele pra entrar na casa dela. Bem, saí do discord porque fiquei extremamente irritado e ela me ligou brava falando pra eu voltar lá, mas eu não quis de jeito nenhum. Eu acho que nunca me senti tão triste, irritado e puto comigo mesmo na minha vida. Eu sei que ela tem todo direto de deixar qualquer um ir na casa dela, sei que não tenho direito de sentir todos esses sentimentos negativos pois nem namorados somos, mas não consigo me controlar... Ela deixa claro que não quer nada com nenhum de nós 2, e conhecendo ela há todo esse tempo, tenho motivos pra acreditar que é verdade, mas mesmo assim nos mantém por perto, e sempre deixa uma esperança ativa em mim pra que eu não desista dela de vez, muitas vezes me tratando como na época que namorávamos e falando coisas como essa: “já está na areia da praia e vai desistir?” - fazendo referência a desistir dela pra tentar tirar sarro de mim. Tenho certeza que não vão fazer nada de mais lá, só ficar jogando, mesmo porque a mãe dela está lá e é um ap bem pequeno. Mas eu a amo tanto que não consigo deixar de sentir esse ciúmes doentio... eu acho que a pior coisa é saber que mesmo ela não querendo nada com ele, ele quer com ela, e ele tá do lado dela, a olhando com os mesmos olhos que eu a olharia, como a garota mais incrível do mundo.
Enfim. Agora os dois continuam lá se divertindo, ela tá puta comigo por eu ter saído por causa disso, e eu estou na cama chorando.
submitted by LextonQuinky to desabafos [link] [comments]


2020.03.15 22:35 Tinyze Me sinto cúmplice da possível traição do meu amigo. Preciso de um help!

Pessoas, preciso do conselho ou do ponto de vista de vocês sobre uma situação pela qual estou vivendo.
Sou muito amigo de um cara com o qual trabalho. A gente fica lado a lado na sala e somos bem próximos desde o momento que ele entrou na empresa. Temos intimidade ao ponto de um olhar o celular do outro e etc.
Ele tem uma namorada faz muito tempo, com a qual mora junto, e que eventualmente acabei conhecendo. Não sou tãão próxima dela, mas nos damos bem. Inclusive entrei como fiador para a faculdade dela (possível roubada, mas ok kkk). Eles tem uma relação bem estável, e apesar de alguns problemas cotidianos e dos ciúmes de ambas as partes, que considero normal, se dão muito bem.
De uns dias para cá, reparei que ele estava conversando muito com uma menina também do trabalho pelo celular, tipo o dia todo e sempre com aquela posição mais discreta pra ninguém ver. Sem falar que faz uns dias, que sempre arruma desculpa para ir no setor dela. Logo liguei os pontos, mas fiquei quieto.
Sexta-feira resolvi falar o seguinte: “Olha fulano, não tenho nada com sua vida particular, mas vi que você tem falado muito com fulana. Como amigo te digo cara, cuidado para não trazer essas situações para o local de trabalho. Isso pode complicar”.
Ele prontamente respondeu: “Não cara, imagina, não tem nada de mais. É que ela está querendo sair pra morar com o namorado e está me pedindo algumas dicas, saber como é e etc. Mas não tem nada de mais, eu sei que você conhece beltrana (a namorada dele) e eu não faria um filha da putagem dessas. Jamais.”
Depois até me mostrou umas mensagens aleatórias que não tinham nada de mais, mas que eu sei que estava no meio de um monte de coisa apagada. Até porque depois vi alguns emojis de coração e beijinho que ela mandou.
Eu realmente tenho ficado mal com isso. Me sinto mal pela namorada dele, porque ela é gente boa e uma pessoa muito correta. Em algum grau acho que fiquei meio assim, por ele não fazer questão nenhuma de me contar (já que a gente sempre compartilha meio que tudo).
Mas enfim a questão: Eu fui bem “delicado” na primeira vez que abordei o assunto. Seria válido eu falar que o que ele está fazendo com a namorada é uma filhadaputagem, que ele deveria ser menos escroto e que eu não acho certo de maneira alguma isso?
Eu acho isso muita hipocrisia, porque ele sempre me falou que trabalhando a noite ele via como era difícil achar mulher “direita” (particularmente acho essa abordagem em algum nível machista, mas ok). Mas aí olha o que o homão mais certo e íntegro da sociedade faz para retribuir uma companheira gente boa e fiel.
Sinceramente, as vezes acredito que ele só ta dando corda, porque como tem traços de uma personalidade narcisista, esse tipo de situação deve alimentar o ego dele. Mas se o cara da condição, independentemente do propósito, e esconde isso da namorada, é uma traição em algum nível.
Semana passada estava tão incomodado com a situação, que quase sai da sala. Não penso em falar para a namorada, porque talvez isso mais atrapalhe do que ajude.
Mas sei lá, tenho zero experiências com esse tipo de coisa e não sei o que fazer, até porque ou poucos amigos que tenho são solteiros. Me ajudem gente, por favor. kkkk
submitted by Tinyze to desabafos [link] [comments]


2019.12.29 03:12 altovaliriano Asha Greyjoy

Asha é a terceira criança e única filha mulher de Balon Greyjoy e Alannys Harlaw. Ela era um criança que não chamava a atenção, mas cresceu para se tornar uma mulher atraente e ousada, que não gostava da idéia de se tornar esposa de um Senhor, mas titular do direito à Cadeira de Pedra do Mar.
Quando Theon deixou as Ilhas de Ferro, a imagem que tinha de Asha era uma garota com “um nariz que mais parecia um bico de abutre, uma colheita madura de espinhas, e não tinha mais peito do que um rapaz” (ACOK, Theon II). Mas nenhum tipo de observação é feita sobre seu comportamento. Não que Theon seja particularmente bom em observar ou julgar caráter. Mas ele é pego de surpresa quando Tio Aeron lhe apresenta a perspectiva de que Asha poderia estar na linha de sucessão:
– Ambos os meus irmãos estão mortos. Sou o único filho sobrevivente do senhor meu pai.
– Sua irmã está viva – Aeron nem sequer ofereceu a Theon a cortesia de um relance.
Asha, Theon pensou, confuso. Era três anos mais velha do que ele, mas, mesmo assim…
– Uma mulher só pode herdar se não houver nenhum herdeiro varão em linha direta – ele insistiu em voz alta. – Não aceitarei que me privem dos meus direitos, aviso.
O tio soltou um grunhido.
Avisa um servo do Deus Afogado, rapaz? Você se esqueceu mais do que pensa. E é um grande idiota se acredita que o senhor seu pai algum dia entregará estas ilhas sagradas a um Stark. E agora cale-se. A viagem já é suficientemente longa mesmo sem a sua tagarelice de pombo.
(ACOK, Theon I)
Olhando em retrospectiva, este é um diálogo que faz pouco sentido. Aeron se recusa a aceitar a pretensão de Asha em razão de seu sexo e não é o tipo de homem que faria joguinhos psicológicos com Theon. Talvez seja uma sinalização que Martin inicialmente pensava em armar menos resistência à sucessão de Asha. Talvez a idéia seria que ela assumisse o trono durante o (abandonado) salto temporal de 5 anos depois de Tormenta de Espadas e que Euron reapareceria para destroná-la.
De toda forma, Asha cresceu sem irmãos, mas foi criada pela mãe “para ser ousada” (AFFC, A Filha da Lula Gigante) e ainda menina era vista “atirando machados em uma porta” (AFFC, O Capitão de Ferro). Portanto, Asha desde cedo já podia ser contada como parte do seleto grupo de mulheres das Ilhas de Ferro que “tripulavam os dracares com seus homens, e dizia-se que o sal e o mar as modificavam, dando-lhes os apetites de um homem” (ACOK, Theon II).
A má aparência, porém, é algo que atormentou Asha durante o crescimento. De fato, durante a adolescência, a filha da Lula Gigante teve um curto romance com Tristifer Botley que, segundo Asha, provavelmente foi iniciado porque ambos tinha rostos “atormentados por espinhas” (Botley era um dos cinco protegidos da mãe de Asha, Alannys Harlaw, trazidos a Pyke para substituir os filhos perdidos com a Rebelião Greyjoy de 287 DC). O affair foi descoberto e Botley foi enviado de volta para Fidalporto. Mas a coincidência que aconteceu foi que ambos os adolescente complexados pelas acnes se tornaram adultos bonitos.
Quando conhecemos Asha em A Fúria dos Reis, GRRM demonstra a beleza de Asha fazendo com que Theon, sem saber que estava falando com a irmã, sinta-se imediatamente atraído por ela. O modo como Asha engana Theon revela como a garota sem predicados que ele conheceu na infância se tornou uma mulher independente e muito mais preparada para liderar com os Homens de Ferro do que ele.
O entrosamento entre Balon e Asha é tangível nos livros, de modo que o Rei Greyjoy não faz qualquer ressalva ou reserva sobre sua capacidade e direitos. Obviamente, a perspectiva de ser descartado em prol da irmã é o que acende o fogo do ciúme e vaidade de Theon, levando-o a tomar Winterfell.
Porém, o que Theon deixa passar despercebido é que Asha, por debaixo da persona arrogante, se deu ao trabalho de vir a Winterfell para tentar dissuadí-lo. Caso a relação de ambos tivesse começado em outro pé, talvez Theon não teria confundido a deferência com uma tentativa de ecarnecê-lo ou separá-lo de seu prêmio (o castelo dos Stark). Àquela altura este era até um erro desculpável da parte de Theon, pois até o leitor não entendia perfeitamente as intenções da irmã de Theon.
Quando Asha se torna POV em O Festim dos Corvos, entretanto, a pessoa que vemos é substancialmente diferente do que pensávamos. Asha é uma pessoa estranhamente sentimental.
Alguém que revela ter partido para a guerra com o “coração pesado” em deixar a mãe para trás porque temia que ela morresse em sua ausência. Alguém que, apesar do discurso bélico e entrosamento com o pai, “sempre se sentira em casa em Dez Torres, mais do que em Pyke”. Que dentre tantos modelos masculinos em seus tios paternos, preferia seu tio materno, Rodrik Harlaw, considerado menos viril, mas mais inteligente e melhor administrador. Alguém que, apesar de gostar de amores selvagens, importa-se com os sentimentos românticos de Tristifer Botley, a ponto de querer protegê-lo dela mesma ao invés de simplesmente enxotá-lo.
Em verdade, é curioso o efeito que o amor meloso de Tristifer tem sobre Asha. Na juventude, ela chegou a nutrir sentimentos por ele, mas algo mudou. Porém, mais do que simplesmente desapontada pela falta de ousadia de Botley, Asha foi acossada por uma investida diferente do rapaz:
[...] chamara aquilo de amor, até Tris começar a falar dos filhos que ela lhe daria; pelo menos uma dúzia de filhos, e, oh, algumas filhas também.
“Não quero uma dúzia de filhos”, dissera-lhe, aterrorizada. “Quero ter aventuras.”
(AFFC, A Filha da Lula Gigante)
Alguém poderia arguir que o terror de Asha era simplesmente o medo do compromisso. Afinal, Asha estava carregando o peso de ser herdeira de Balon e não poderia se ver ligada a um segundo filho delicado como Tristifer. Contudo, o contexto no qual essa afirmação foi é revelador. Asha parece estar aterrorizada com a perspectiva de ter filhos.
A julgar pelo histórico de Asha, ter filhos é provavelmente um empreendimento a ser evitado. Sua mãe teve cinco filhos e a perda de 4/5 deles a transformou em outra pessoa. Uma pessoa fraca:
Alannys Harlaw nunca teve o tipo de beleza que os cantores apreciavam, mas a filha adorava seu rosto feroz e forte e o riso em seus olhos. Naquela última visita, porém, encontrara a Senhora Alannys num banco de janela, aninhada debaixo de uma pilha de peles, de olhos fitos no mar. Isto é a minha mãe, ou o seu fantasma?, lembrava-se de ter pensado ao beijá-la no rosto.
(AFFC, A Filha da Lula Gigante)
Esta constatação é interessante por conta dos últimos acontecimentos em A Dança dos Dragões. Asha Greyjoy tem um relacionamento brutal com um rapaz de aparência delicada, com quem ela transa antes de Stannis invadir e tomar Bosque Profundo. Asha estava à procura do meistre do castelo para tomar chá da lua e evitar engravidar de Qarl, mas a invasão faz com que ela se esqueça da situação. Portanto, há uma possibilidade de que Asha esteja grávida de Qarl, o Donzel.
Caso essas suspeitas tenham algum fundamento, algumas implicações práticas e narrativas envolvem:
  1. A pretensão deste filho de Asha à Cadeira de Pedra do Mar pode ser considerada mais qualificada do que a de Euron. “Filhos do sal podiam até mesmo ser herdeiros quando um homem não tinha filhos legítimos com sua esposa da rocha” (TWOIAF, As Ilhas de Ferro);
  2. Asha teria que enfrentar a temida gravidez durante o inverno do Norte;
  3. A lealdade cega de Tristifer Botley pode vir a calhar muito para Asha durante a gestação.
A questão é que Asha, mesmo que Asha decida levar esta gestação adiante, qualquer oposição ao Olho de Corvo, pedindo uma nova Assembléia de Homens Livres levaria necessariamente à guerra. Se esta não era uma perspectiva que agradava Asha em O Festim dos Corvos (ela fica feliz ao saber que Aeron convocou uma Assembléia), será uma perspectiva ainda menos atraente em Os Ventos do Inverno.
Declarações de GRRM
Perguntas
  1. Por que Aeron citou Asha como pretendente à Cadeira de Pedra do Mar em ACOK, mas a rejeitou em AFFC?
  2. Por que Asha tem mais afinidade com Tio Rodrik Harlaw do que com Balon Greyjoy?
  3. Asha realmente teme a gravidez em razão do que aconteceu com sua mãe?
  4. Asha deveria ter aceitado a proposta de Rodrik Harlaw e desistido da Cadeira de Pedra do Mar para se tornar herdeira de Dez Torres?
  5. Asha está grávida de Qarl o Donzel?
  6. Um filho de Asha poderia ter direito a Cadeira de Pedra do Mar? A pretensão seria melhor do que a de Euron?
  7. Você vê paralelos entre Asha Greyjoy e Rhaenyra Targaryen?
submitted by altovaliriano to Valiria [link] [comments]


2019.09.02 00:01 t0triste Não aguento não falar e tenho raiva de mim por tornar isso um incômodo

Estou em um relacionamento há mais de um ano. Gosto muito da minha relação, da pessoa com quem me envolvo e em como conversamos sobre tudo, sem receios. Mesmo com essa abertura para falar, em alguns momentos sinto-me sufocar com coisas que não consigo dizer. Um exemplo disso é uma situação que ocorre a bastante tempo e cada vez mais vem se transformando em uma coisa diferente para sentir raiva e ciúmes.
O meu namorado mora sozinho em um condomínio de casas. Quase na frente da casa dele mora uma garota, essa garota tem uma amiga que deve morar em algum lugar do condomínio e que vem todo o santo dia conversar com essa vizinha do meu namorado. As duas sentam na frente da casa do meu namorado (que não fica exatamente na frente da casa da garota e sim uma casa pra baixo) e quando passamos pra sair da casa dele eu percebo que a garota fica nitidamente encarando, tomando posições onde o corpo dela fica mais exposto, até mesmo com as pernas pro ar (outro dia isso aconteceu de verdade). Já conversei com ele sobre como os olhares dela me deixam chateada, principalmente pela falta de empatia da parte dela, que o vê com uma garota mas não tem escrúpulos ao encarar o cara. Acredito que ela não deve ter mais de 16 anos, por isso fiquei mais tranquila. E também após a conversa ele deixou claro novamente que preza a nossa relação e que não tem interesse em estar com outra, muito menos uma menor de idade, coisa que ele já disse antes que sempre esteve fora de cogitação na vida dele.
Esse ponto já havia sido superado, a garota continua sentando na frente da casa dele e se exibindo. O problema é que hoje eu percebi que ele olhou de volta. Isso eu meio que já havia percebido, mas como eram olhares curtos eu não dava bola. O problema é que hoje, enquanto saíamos de moto, ele literalmente virou o pescoço pra olhar pra trás. A única coisa de interessante que havia na direção em que ele olhou era essa garota, que estava levantando a camiseta e mostrando a barriga (????). Isso me deixou tão magoada, acabou com o meu dia. Fomos ao aniversário de um amigo e eu não conseguia me sentir bem lá, parecia que estava doente e logo pedi para irmos embora.
A situação é complexa demais. Nunca saberei se ele estava olhando para a garota. A única forma é perguntando, mas se eu perguntar e a resposta for sim, qual a relevância de um olhar? Eu olho para pessoas na rua, isso é as pessoas fazem o tempo todo. Mas alimentar o olhar de uma pessoa que está interessada em você, isso não me parece certo. Se ele olha para a garota quando sai sozinho eu não quero nem saber. Mas trocar olhares enquanto estamos saindo juntos? Isso é muito cruel.
No final de tudo, fico me perguntando se não estou dando importância para coisas irrelevantes. E fico com medo de abrir essa pauta e ser taxada de maluca... mesmo sabendo que ele nunca faria isso, que respeita os meus sentimentos... não sei; Talvez eu esteja apenas enlouquecendo.
submitted by t0triste to desabafos [link] [comments]


2019.09.01 16:11 Cine81 Perdoar é difícil

Namorei por um ano com uma garota maravilhosa, mas no meio do caminho a depressão se instalou nela e eu tentei a todo custo ajuda-la. Nada surtiu efeito. Tivemos momentos muito bons, mas também tivemos momentos horríveis. Algumas vezes consegui acalentá-la e fazê-la se sentir bem. Em outros momentos perdi a paciência e fui grosso. Tirei ela de crises de pânico, abracei ela nos momentos de maior fraqueza, confortei dizendo que tudo ia passar. Mas no processo me enfraqueci e quase fiquei doente também. Começaram as brigas, nossa paz acabou, o ciúme dela se tornou insuportável e apesar de amá-la demais eu me distanciei. Ela acabou o namoro. Continuamos amigos, nos encontravamos com frequência e isso fez com que eu não superasse ela na minha vida. Ela traçou novos planos e aos poucos foi saindo da depressão. Mudou de país, foi buscar uma vida melhor. E por mais que isso doesse em mim, eu sabia que era o melhor para ela. Por mais que doesse em mim, houveram vezes que eu pedi a Deus: “Se eu não puder fazê-la feliz, que ela possa ser feliz em outro lugar”, afinal ela chegou a cogitar querer estar morta algumas vezes e aquilo me assustou muito.
Ela foi morar fora e mantivemos nosso contato por internet, e mais uma vez eu não lutei para superá-la Eu apenas alimentei mais o sentimento de amor dentro de mim. Enquanto isso ela viva mil experiências num curto espaço de tempo. Conheceu gente nova, arrumou novo emprego, sofreu tristezas e passou dificuldades financeiras, e eu sempre aqui, servindo de porto seguro. Me sentia feliz de dar forças a ela quando ela estava para baixo. E quanto mais eu fazia isso com ela, mais eu pensava: “Eu não estou construindo nada com essa mulher. Ela está cada vez mais distante”. E assim eu soube que ela estava começando um envolvimento com alguém enquanto eu permiti que minha vida se mantivesse estagnada. E assim, um dia, sentindo um desequilibrio enorme e uma fraqueza sem tamanho, tomei uma decisão. Liguei para ela e confrontei: - Você não quer mais voltar para o Brasil né? - Eu... não sei... - eu preciso de uma resposta. - ta bem... ta bem... agora não. eu preciso fazer dinheiro aqui. - Então acabamos de vez certo? - euu... -e ela enrolou como se não quisesse dizer - eu preciso da resposta! - ta bem... acabamos.
E assim eu desliguei o telefone. Primeiro em paz comigo mesmo por ter feito a coisa certa, logo em seguida a euforia deu início a tristeza do luto que eu me neguei de enfrentar por tanto tempo. A mulher que eu tanto amei, e que por muitas vezes alimentei um sonho de casamento e de uma vida conjunta não está mais disponível. Não terei mais os sorrisos alegres de quando ela estava bem, não terei mais a visão que ela me dava de mim mesmo. Muitas vezes, através dos olhos dela, eu me sentia uma pessoa incrível. Assim como ela dizia que o amor que ela sentiu por mim foi o mais puro que ela sentiu em toda a vida dela.
É tão difícil perdoar. Primeiro perdoar a ela, pois em alguns momentos me senti usado. Mas é ainda mais difícil me perdoar por ter me permitido gastar tanto tempo cuidando de outra pessoa que iria virar as costas para mim depois de tudo isso. Desde o início, eu perdi o foco de que eu deveria ter estado em primeiro lugar para mim mesmo, devia ter deixado ela partir sem cerimônias, sem reencontros, sem meu suporte, afinal ela é uma mulher adulta capaz de fazer as próprias escolhas e enfrentar os próprios problemas. Se ela tomou a decisão de ir embora, eu nunca deveria ter apoiado, eu deveria apenas permitir que ela seguisse o caminho dela . Quero me livrar de toda a culpa, de toda a mágoa, de todo peso de não tê-la mais por perto, de todo ciúme, de todo desejo de saber que as coisas poderiam ter acontecido de outra forma, e de toda culpa pelos milhões de erros que eu cometi, e também de toda raiva pelos milhões de erros que ela cometeu.
Quero aprender a ter leveza no deixar partir. Que essa dor se transforme em tristeza leve, e que essa tristeza leve se transforme em aprendizado.
submitted by Cine81 to desabafos [link] [comments]


2019.07.27 11:13 EuSoQueroQue Para vc que amei

(Escrevi essa carta pensando em não mostrar para ninguém. Mas não teve o efeito que eu esperava. Quem sabe se outras pessoas lessem)
Oi, tudo bem?
Menos de uma semana atrás eu te mandei uma mensagem sobre um filme que assisti. Dessa vez vc respondeu. Foi educada, mas não continuou a conversa. Para mim foi o suficiente para achar que desta vez a msg tinha alguma chance de virar uma conversa, então fiquei tentando pensar em como puxar assunto. Não quis usar perguntas pq não queria fazer vc se sentir obrigada a responder. Pensei em te contar sobre a minha vida, que mudou bastante nos últimos 2 anos.
Mas achei que esse seria um bom assunto para quando finalmente conversarmos em pessoa. Acabei escolhendo um elogio, a maravilhosa habilidade que vc tem e sempre me deixou com inveja foi a capacidade de ter assuntos e manter uma conversa saudável. Mandei essa mensagem,
Agora acho que vc pode estar interpretando como se eu estivesse sendo "passive-aggressive", como que reclamando de vc ter sido "apenas" educada e não continuada a trocar msgs.
Eu odeio que a parte de mim que tenho te mostrado nos últimos 10 anos foram de msgs nos momentos que estive mais triste, solitário ou fragilizado de alguma maneira. Toda vez que paro para pensar, sei que estas msgs só servem para te afastar ainda mais de mim. Mas, acho que saber que vc está do outro lado, ainda que não me ouvindo, tem me feito bem.
Anteontem te mandei outra mensagem. Desta vez mais parecida com uma conversa saudável. Contei que mudei de emprego, de cidade, perguntei como vc está. Dessa vez o resultado foi muito diferente. Não quanto a sua resposta, mas que poucas horas depois de enviar a msg a minha "crise" atual melhorou bastante. Ao ponto de achar que eu estava bem, pelo menos até a próx crise daqui 2 ou 4 anos.
Foi pensando nesse bem estar que resolvi escrever esses sentimentos. "Talvez seja o processo de transformar seus sentimentos em palavras que tenha tido o efeito benéfico." Decidi que, da próx vez que eu realmente precisasse dizer alguma coisa, escreveria neste papel. Não demorou para meus pensamentos estarem cheios de novo.
Assisti um vídeo sobre relações abusivas, e me corta o coração identificar atitudes minhas como as de um namorado abusivo. Eu me odeio por todo mal que já te fiz e nem pedi desculpas. (...) Agora me lembro que eu cheguei a me desculpar por ter te ignorado naquele churrasco, mas o verdadeiro peso daquelas ações só entendi agora, que o vídeo citou explicitamente que ignorar seu parceiro em um ambiente público é uma atitude abusiva e altamente prejudicial.
Hoje eu entendo que usava o silêncio como uma arma contra você. E só posso imaginar o quanto isso te machucou.
(...)
Passei alguns minutos discutindo comigo mesmo se deveria escrever pensamentos que provavelmente irão te afastar ainda mais de mim. Escrevo com o sentimento de te mostrar, mas sem intenção real de te enviar ou mostrar esse caderninho. Por isso mesmo não faz sentido não ser honesto com o papel. Oras, ser menos honesto e escolher quais pensamentos escrever são resquícios do comportamento manipulativo meu. Como se mesmo uma carta de desabafo, que nunca será mostrada devesse ser escrita com a intenção de te convencer a conviver de novo comigo.
Até pq se eu não consigo expressar meus sentimentos para um pedaço de papel, como poderia expressá-los para você?
Os pensamentos, que meu lado medroso queria deixar de fora desta carta, era que se eu consigo hoje identificar atitudes tão tóxicas em como eu era quando estávamos juntos, provavelmente existiam outros que eu nem entendo como problemáticos. Pensei também que, quando vc me ignora nas estúpidas msgs que envio, está apenas se protegendo de uma pessoa... tóxica? abusiva?
Eu já não sei o quanto estou sendo realista ou apenas sendo auto depreciativo. Esse comportamento provavelmente é outra característica abusiva minha.
Não sei se chegou a ver o filme "before the sunset", imagino que ainda não. Passou menos de 1 semana desde que te disse para ver.
Eu gostaria muito de te dizer que quis te recomendar o filme principalmente por 2 motivos:
O tom da conversa que os personagens tem. Como se o tempo que passou não fizesse diferença nenhuma e eles fossem bons amigos durante todos estes anos. Queria que vc lêsse as minhas msgs para vc com esse tom, de maneira meio leve, meio pesada, mas principalmente honesta.
Eu sei que, em termos de voltarmos a ficar juntos, não entrar em contato e deixar o acaso nos juntar seria mais efetivo. Mesmo que demorasse muitos anos. Mas só de pensar em isso não acontecer eu sou tomado por uma tristeza, um sentimento de vazio.
O segundo ponto do filme que queria muito conversar com vc, é quando a mulher diz: "I was fine until i read your book"
Com ctz vc já percebeu que isso acontece bastante comigo. A maior parte das vezes eu me lembro de vc com saudades e carinho, e um gosto bitter sweet que fica na boca. As vezes, como essa de agora, a saudade fica demais. Eu não me controlo e acabo mandando alguma msg torcendo que encontre vc em um momento parecido, e consiga transformar a distância entre nós em uma conversa como a do filme.
MAS, eu nem sei se vc tem a mesma saudade que eu sinto por vc. Quando penso em como fui com vc, imagino que fui apenas uma fase ruim, que vc seria mais feliz se não tivesse me conhecido. Ao mesmo tempo, eu me recuso a acreditar que seja possível sentir tanta saudade de alguém que não sente a sua falta.
Acabo me convencendo que a única diferença é que vc tem um auto-controle melhor que o meu. Que as suas crises de saudades acontecem, quando alguma música ou filme te lembram de mim, mas que vc não me procura de maneiras bobas como eu faço com vc.
Me lembro de uma vez que vc me pediu uma receita, que fazia quase 9 anos que não comia aquilo. Eu devo ter te respondido de algum jeito ruim, pq quando te perguntei dos cookies que vc fez para mim um dia, não me respondeu mais. Essa vez eu fiquei muito confuso. Inicialmente achei que vc queria conversar como amigos apenas, mas quando não me respondeu pensei que vc continuava com aquela filosofia boba de "ex bom é ex morto". Fiquei com raiva. Vc me ignorava quando eu tentava algum contato, mas me pedia coisas qdo tinha algo a ganhar.
Quando a raiva passou, pensei que poderia ser saudade que te fez mandar as msgs, e não sabia o que fazer com essa possibilidade. Eu queria que fosse verdade, como se uma confirmação que eu fui importante para vc como vc foi para mim.
(...)
Agora, escrevendo, me lembro de vc comentando que eu pedi um tempo no namoro "do nada" ou algo do tipo. Metade dos motivos eu tenho ctz que já tinha reclamado para vc antes, e vc não fez esforços para melhorar. Era o jeito como vc tratava seus amigos homens, dando muita liberdade, inclusive quanto a contato corporal, de abraços por trás e cócegas. Essas atitudes me machucavem tanto nos meus ciúmes quanto nas minhas inseguranças. Aquele dia que eu tentei fazer cócegas em você e não consegui me incomoda até hoje. Ver um amigo seu te fazer cócegas, o jeito que vc ria, acabou comigo naquele momento.
A segunda metade de pq eu quis das um tempo, essa é a parte mais difícil de confessar. Gostaria de te dizer em pessoa, mas muito provavelmente eu nunca vou ter a oportunidade.
Quando a gente já não estava tão bem juntos, apereceu alguém.
Era uma mulher muito bonita e simpática. Acho que tanto eu como ela sentimos uma conexão, daquelas que vc sabe que a outra pessoa tb tem?! Bom, começamos a conversar mais. Me sentir próximo de alguém no mesmo momento que me sentia distante de vc me confundiu bastante. Hoje eu entendo que foi apenas um "crush" e que a gente não controla com quem vai se sentir atraído. Mas na minha cabeça isso era inaceitável. Sentir-se atraído por outra mulher era incompatível com a minha definição de amor.
Se eu tivesse na época o pouco de maturidade que tenho hoje, eu saberia que esse sentimento não significava nada. Que não havia necessidade de passar nenum dia longe de vc.
Lambrar dos meses seguintes, quando tínhamos separado mas não de verdade, Vc quis voltar a ficar juntos, eu não quis. Depois eu quis, vc não. Aí inverte mais uma vez, e depois outra. Como se fosse um problema de desencontros ou timing.
Mesmo quando estávamos namorando, toda vez que acontecia a menor das brigas eu demorava para processar meus sentimentos. Até lá vc já tinha se cansado de tentar me animar, tentar me ajudar a me abrir mais. Então, quando eu finalmente superava o motivo inicial da briga, vc estava agora chateada comigo por ter sido tão frio e distante durante a briga.
Talvez se vc tivesse mais paciência com a minha demora em digerir emoções. Talvez se eu fosse mais maduro emocionamente. Eu já não sei mais.
Só sei que é tarde demais para pedir desculpas. Eu imagino que vc me veja como o ex abusivo, que ainda tenta entrar em contato apenas para ser manipulativo. Mas eu só quero que vc saiba que eu estou pensando em vc. Que eu te vejo como a pessoa mais importante a passar na minha vida até hoje.
Eu só quero que vc saiba que eu te vejo como no filme, que um dia vamos nos encontrar, sem horários, sem relacionamentos, e que nesse dia nós vamos conversar natural e honestamente, e se não for para ficarmos juntos, que pelo menos eu consiga te pedir desculpas.
Desculpas por todas as lágrimas que eu te fiz derramar.
Desculpas por todas as brigas que não deveriam ter existido.
submitted by EuSoQueroQue to desabafos [link] [comments]


2019.06.23 23:56 d3rr1c53xpl0r3r Como tudo aconteceu (Na minha Cabeça)

Depois de ter ouvido todos os 24 episódios do Caso Evandro é impossível não formar uma narrativa própria na sua cabeça. Ao longo desses 24 episódios você transita entre a culpabilidade e inocência dos sete acusados. Impossível não, já que num caso tão conturbado quanto esse e com tantas variáveis fica difícil acreditar 100% em qualquer depoimento ou confissão. Pensei em esperar que todos os episódios saíssem antes de fazer esse post, mas aí lembrei que o Ivan mencionou que dará o seu parecer pessoal de como acha que as coisas aconteceram. Então para que não haja “Depois de ter ouvido fica fácil falar”, eu vou postar agora. Até para que eu não me influencie pela versão dele. Caso nos próximos episódios alguma coisa bombástica venha à tona e mude a minha opinião, eu irei colocar edits na minha postagem.
Só para que vocês entendam um pouco sobre mim venho de uma família umbandista e cresci entremeio sessões espiritas em casa, centros de umbanda e candomblé e “presenciei” sacrifícios de animais (Por ser pequeno na época, nunca me deixaram ver o ato, mas via o resultado nos dias seguintes. Como já ficou claro, as vísceras têm que ficar no alguidar por 3 dias antes de serem descartadas em água corrente, ou levadas a uma encruzilhada). Meu avô (Já falecido) era pai de santo e minha tia filha de santo e atendíamos apenas família e vizinhos próximos. Nunca tivemos um centro propriamente dito. E como isso já faz bastante tempo, obviamente algumas coisas me somem à memoria então fui pesquisar mais sobre o assunto.
Antes que eu comece, até para que vocês entendam um pouco melhor sobre as religiões Afro-Brasileiras, existem VÁRIAS vertentes. Sabe aquela coisa de brasileiro “gourmetizar” as coisas? (isso será importante na minha versão da história) Pois bem, com essas religiões não é diferente. Primariamente vieram da África com seus escravos TRÊS religiões, a Umbanda, a Quimbanda (ou Kimbanda) e o Candomblé. Sendo a umbanda e a quimbanda cultos semelhantes. Na “Umbanda Branca” temos o trivial de sessões espiritas, atendimento aos consulentes e o famoso passe (Algo apenas para dar uma paz de espirito a quem precisa, limpeza de aura e etc.) e oferendas à Yemanjá, Oxalá, Xangô, Ogum, Oxossi, Iori, Iorimá, que são as 7 linhas da umbanda. Na “Umbanda Negra” ou Quimbanda também há 7 linhas, todas chefiadas (encabeçadas) por diferentes Exus, que esses por sua vez em troca de sua sabedoria e conhecimento de outros Exus da gira (networking) pedem oferendas mais “caras”, oferendas de sacrifício de sangue. Dependendo do que lhes é pedido os tipos de oferenda variam desde uma simples galinha até humanos. Na África até hoje esses sacrifícios acontecem segundo o que pude encontrar (Não sei se é verdade). Eu poderia fazer um post apenas sobre isso, pois é uma assunto MUITO extenso e complexo. Pois bem, abaixo vocês podem conferir a minha versão do acontecido. Algumas coisas apenas os envolvidos sabem e ninguém NUNCA saberá a verdade.
Chega em Guaratuba no começo de Janeiro de 1992, o “Pai-de-Santo” e jogador de Búzios Osvaldo Marceneiro com sua então namorada Andrea Barros e os mesmos tentam estabelecer negócio na feira de artesanato no centro da cidade. Antes que os outros integrantes da feira se opusessem a permanecia de Osvaldo na feira, o mesmo conhece Beatriz Abagge que como declarou varias vezes gostava de misticismo e coisas do gênero. Após algumas leituras de Búzios os dois se tornaram próximos e assim começaram um relacionamento de amizade. Beatriz por sua vez leva seus pais a uma consulta em 29 de Janeiro de 1992.
Osvaldo por morar no imóvel de Carmelita Cristofolini, ficou sabendo do terreiro da Mae Hortência o qual Beatriz Abbage também frequentava. Carona vai e carona vem, já que Osvaldo não tinha carro (como declarou), os dois vão ficando cada vez mais próximos. Beatriz Abagge recém separada de seu noivo, estava obviamente em busca de respostas e um direcionamento em sua vida e recorreu a ajuda de Osvaldo nos búzios (Aquela coisa de mulher, “será que ele vai voltar”, “será que ele ainda gosta de mim” e etc.). Contundo Osvaldo oferece não apenas o consolo espiritual, mas também um consolo emocional e o que era amizade acaba se tornando um affair. Aí pronto, isso é o suficiente para que Beatriz comece mover montanhas por Osvaldo. Logo após isso os outros integrantes da feira de artesanato começam uma movimentação para que Osvaldo e Andrea sejam removidos da feira e com o apoio de Beatriz, Osvaldo vai à prefeitura de Guaratuba para pedir ao Prefeito Aldo Abagge que o conceda um alvará de funcionamento na Feira. Com isso Osvaldo conhece Davi Dos Santos Soares que era o Vice-Presidente do conselho dos artesãos e esses se tornam amigos. (Não sei ao certo, ou não me lembro de onde Vicente de Paula e Osvaldo se conhecem ou quando se conhecem). Pois bem, Osvaldo consegue a permissão para permanecer na feira lendo os seus Búzios.
Osvaldo, um jovem que na verdade era FILHO-de-Santo precisa se “firmar” para conseguir se tornar um Pai-de-santo propriamente dito e abrir o próprio Terreiro em Guaratuba com a ajuda de Beatriz Abagge. Osvaldo foi vulgarmente chamado de “pai-de-santo” por todos por ignorância dos que não conhecem como a religião de fato funciona. Só é considerado “Pai-de-Santo” quem tem um terreiro e passa por uma iniciação feita por um outro Pai-de-Santo que tem um terreiro em funcionamento. No caso da região de Guaratuba já existia um terreiro, o da Mãe Hortência, e por motivos não sabidos talvez a Mae Hortência não quis iniciar Osvaldo (O que já é um red flag). Pois bem, Osvaldo ambicioso e com sede de se estabelecer de vez em Guaratuba pois agora estava apaixonado por Beatriz vai atrás de informações para fazer a sua própria iniciação como Pai-de-Santo na umbanda. Entendam, para que alguém se torne Pai-de-Santo, o mesmo deve possuir amplo conhecimento sobre a religião, linhas de trabalhos, tipos de espirito, como proceder no caso de algo dar errado numa sessão, e principalmente, o quão forte o “cavalo” é, se aguenta a pressão imposta pelos espíritos. (Algo que não mencionei no texto acima sobre as religiões, é que Umbanda e Quimbanda se entrelaçam de uma maneira homogenia. Quem segue uma acaba seguindo a outra indiretamente, já que as duas juntas são o ponto de equilíbrio. Sendo uma sempre contraria à outra.).
Já envolvido com Vicente de Paula e Davi dos Santos Soares, Osvaldo começa a busca de sua primeira oferenda. Oferenda essa para se auto iniciar como Pai-de-Santo. Com isto, o menino Leandro Bossi desaparece em 15 de Fevereiro de 1992. Não temos detalhes sobre esse acontecido pois como tudo consta o menino Leandro continua “desaparecido”. Há “informações” de que o corpo havia sido descartado no mesmo rio onde o saco com partes de Evandro seriam encontrados mais adiante, porem nada de concreto foi constatado. Vale ressaltar que não acredito que Beatriz e Celina estejam envolvidas nesse desaparecimento, inclusive acho que Beatriz na época do ocorrido em Fevereiro não ficou sabendo que havia sido Osvaldo o responsável por isso, pois ate então os dois não eram tão próximos assim e obviamente Osvaldo não queria assustá-la. Pois entendam, somente quem segue a religião e a estuda, entende a razão do sacrifício e não encara isso como um crime, pois o está fazendo por suas crenças e o vê como necessário para obter o que almeja. (Não estou de maneira nenhuma defendendo a prática, e de fato apesar da religião requerer tais sacrifícios os mesmos não deverão ser praticados pois envolve o assassinato cruel de um semelhante. Aqui sem dúvida entra a linha tênue entre a crença e a moral do ser humano)
O menino Leandro continua desaparecido e ninguém tem pistas, apenas o relato de Diógenes de ter visto Leandro na garupa da moto com Osvaldo (?). Portanto esse acontecido segue em paralelo enquanto as vidas dos 7 acusados continuam e tudo está maravilhoso. Osvaldo, De Paula e Davi estava certos que nunca ninguém descobriria o que aconteceu, como de fato não descobriram, pois, o retrato do Menino Leandro Bossi continua na pagina do SECRIDE na seção de crianças desaparecidas, ou seja, não falecidas. Portanto não há materialidade para se constatar que um homicídio ocorreu.
Passam-se então quase dois meses até que cheguemos ao desaparecimento do menino Evandro Ramos Caetano. Nesses dois meses, na minha cabeça entendo que muitas coisas aconteceram, principalmente entre Beatriz Abagge e Osvaldo Marceneiro. Os dois com certeza se tornaram ainda mais próximos, porem Osvaldo tinha Andrea, a qual já suspeitava do affair entre os dois. Daí vem os relatos de ciúmes excessivo de Osvaldo e de possíveis agressões. Só quem trairia (ou trai), acha que está sendo traído. Pensem, o affair de Osvaldo e Beatriz jamais poderia vir à tona, por várias razões. Primeiro, Osvaldo era juntado com Andrea que veio com ele pra Guaratuba, ela talvez não tivesse pra onde ir caso os dois se separassem e por esse motivo Osvaldo talvez se sentisse responsável por ela, já que a mesma o acompanhou ate Guaratuba. Segundo, Beatriz era filha do prefeito e da poderosa Família Abagge, e não poderia ser vista com tendo um caso com um “Pai-de-Santo”. Isso iria colocar em xeque a credibilidade da família perante a política local e até mesmo estadual. Sem mencionar que na cidade o mesmo já era visto com maus olhos pelos artesãos e obviamente pelo eleitorado católico, predominante em cidades do interior brasileiro, incluindo Celina Abbage.
Porém, sabem como é não é verdade? Basta apenas que uma dádiva seja concedida para que o descrente se torne crente. Nesses dois meses Osvaldo dever ter feito alguma previsão que se tornou realidade, ou fez algum trabalho (Oferenda) para Beatriz que se provou frutífero e a mesma juntada de seus sentimentos por Osvaldo mergulhou de cabeça na idéia. Nesse interim Beatriz começou um trabalho de convencimento com seus pais com prováveis “Tá vendo, não disse que ele é serio” ou “Desde que o Osvaldo começou a fazer trabalhos nossa vida tem melhorado, estamos abrindo o Centro pra cuidar das crianças, você esta trazendo o partido pra cidade, vai Lançar a Denise como candidata e etc.” ou coisas do tipo. O que não sabíamos no começo do podcast mas ficou claro nos últimos episódios é que Celina era extremamente arrogante, ambiciosa e sedenta por poder. Logo, ao ver que as coisas estavam andando na vida da família atribuiu tudo (por influencia de Beatriz) à Osvaldo, esquecendo assim o seu catolicismo e se convertendo ao “Osvaldicismo”.
Osvaldo, sabendo que sua influência na família Abagge havia aumentado consideravelmente em poucos meses propõe à beatriz que abrissem um centro de Umbanda junto com De Paula e Davi que já estavam próximos ao “casal” nesta época. O único problema é em que cidades pequenas, notícias envolvendo a família do prefeito correm rápido. Logo ficou sabido que Beatriz estava envolvida na abertura de um centro de umbanda com Osvaldo. O que fez com que a mesma, até por pedido de seu próprio pai deixasse a idéia de lado pois não seria bom por motivos políticos. Enfim, com algumas coisas indo bem pra família Abagge atribuídas à Osvaldo faltavam as coisas principais serem “consertadas”. A serraria que não andava muito bem das pernas (e da onde provavelmente vinha o sustento de toda a família, já que pelo que dá a entender Beatriz, suas irmãs e sua mãe não tinham renda alguma ainda que estavam envolvidas em projetos aqui e acolá) e a força política que Aldo e Celina tanto queriam e que estava sendo ameaçada por Diógenes (com seus panfletos) e pelo outro candidato da oposição (o qual não me recordo o nome).
A família Abagge convencida de que Osvaldo tinha o poder de interceder por eles e ajudar a família a sair dos problemas políticos e financeiros que os afligiam pedem ajuda à Osvaldo. Agora lembrem-se de que Osvaldo não tinha nenhuma outra ocupação a não ser jogar búzios e ser “Pai-de-Santo”. Depois de meses de consultas com a população de Guaratuba e seu envolvimento com Beatriz, Osvaldo vê neste apelo a chance de fazer um pé de meia. Neste momento Osvaldo descreve à Beatriz o que deveria ser feito, quanto custaria e quem participaria. Acredito que Beatriz ao ouvir o que deveria ser feito deve ter se assustado e não deve ter concordado de primeira, porem Osvaldo lhe diz que é a única maneira de conseguir tais benefícios. Depois de conversa com sua família Beatriz e Celina decidem proceder com as orientações de Osvaldo. Começa então a segunda caçada ao próximo menino que teria de ser sacrificado. Entra aqui agora a parte da “Gourmetização” da religião. Osvaldo por conveniência ou não, não posso afirmar, envolveu o número 7 neste trabalho. Pois lembrem-se, há de fato 7 linhas de trabalho nas religiões afro-brasileiras. Coincidência ou não, neste caso acredito que não. Osvaldo, além de ter 7 letras, é um nome o qual a soma de suas letras pela numerologia também é 7. Evandro, além de ter 7 letras, também soma o número 7 quando usamos a numerologia. E o suposto ritual acontece no dia 7 de Abril 1992. Neste caso, não acredito que sejam apenas coincidências, pois são muitas. É aquele velho ditado, onde há fumaça há fogo. São muitas coincidências juntas, porém vamos chegar nessa parte quando falarmos sobre as torturas.
Após a aceitação da proposta de Osvaldo, a família Abagge, começa a premeditação do ritual. Se o que falei sobre o número 7 no parágrafo acima confere, então Evandro se torna um alvo. Pois lembrem-se, para que o menino escolhido se encaixasse nos parâmetros, eles deveriam saber o nome do garoto, não poderia ser qualquer garoto. Então assim, as Abagge começam a pensar nos meninos os quais elas sabiam o nome e que poderiam se encaixar no pedido de Osvaldo. Os pais de Evandro estavam diretamente ligados à prefeitura, sendo sua mãe Maria trabalhando na Escola onde Evandro frequentava e o seu Pai Ademir na prefeitura. Logo, a família Abagge conhecia a família Ramos Caetano muito bem, e sabia o nome de seus filhos. Por um infortúnio Evandro se encaixava perfeitamente. Agora, colocando de lado o simbolismo do número 7, Evandro só estava na hora errada no lugar errado e fui abduzido pois era um menino. Pensem, proveniente de uma família humilde, os Ramos Caetano jamais pensariam que a família Abagge, a mais poderosa de Guaratuba faria uma coisa dessas. Mas sabe aquele negócio de é tão óbvio que ninguém nunca suspeitará? Pois então, mas o que eles não esperavam é que Diógenes estaria à espreita aguardando um passo em falso para que ele atacasse.
Eis que no dia 6 de Abril de 1992 por volta de 9:30 da manhã por um acaso (ou não, pois acredito que o menino Evandro não fazia aquele trajeto todos os dias naquele mesmo horário. Naquele dia ele não havia tomado café (ou esquecido o mini-game) e foi até em casa buscar na hora do recreio) enquanto passando pelas redondezas da casa dos Ramos Caetano, as Abagge avistam o menino Evandro indo pra casa e o seduzem com balas para dentro do carro. Voltando à simbologia do numero 7, lembrem-se de que o ritual seria feito no dia 7, logo elas deveriam ter o menino um ou dois dias antes apenas, pois o mesmo deveria estar vivo no momento do sacrifício e não teriam onde deixar o menino por um longo período de tempo caso o tivessem raptado por muito tempo antes de poder fazer o ritual.
Vale voltar um pouco no tempo para mencionar o relato de Diógenes dizendo que Osvaldo havia espalhado pela cidade que uma grande tragédia iria acontecer e iria virar a cidade de pernas pro ar. Aqui é a parte onde ele mesmo começa a entregar a corda pra que fosse enforcado mais adiante. Sabendo do ritual que aconteceria, já que as Abagge haviam concordado, Osvaldo viu aí a oportunidade de se tornar “famoso” pois ele haveria previsto um acontecimento antes que o mesmo houvesse ocorrido, OU, o mesmo de fato viu nos búzios que algo viraria a cidade de pernas pro ar, mas não sabia que ele estaria envolvido. Afinal, ninguém comete um crime esperando ser pego, certo?
Depois do rapto do menino Evandro no dia 6 começam os preparativos para o ritual no dia seguinte, dia 7. Airton Bardelli, já envolvido com Osvaldo por intermédio de Beatriz recebe a ordem de que no dia seguinte todos da serraria deveriam ser dispensados mais cedo às 6 horas da tarde, para que o trabalho pudesse acontecer às 7 (?). Aqui fica a minha duvida, e eu não sei responder essa questão de como Bardelli e Cristofolini entram no ritual. Será que apenas para composição de quórum, já que Osvaldo disse que precisariam de 7 pessoas? Osvaldo pediu à Cristofollini, seu então vizinho para que apenas os ajudasse compondo o grupo, e a mesma coisa à Bardelli por parte de Beatriz já que Bardelli estaria na Serraria e seria responsável pelos funcionários não estarem lá? Isso é uma das coisas que jamais saberemos. Porém, não acredito na parte que a serraria ficou fechada uma semana para que eles pudessem limpar o local e etc., qualquer idiota colocaria um pedaço grande de lona ou plástico para forrar o chão e não ter que lavar ou limpar o sangue depois. Se eles não o fizeram assim, foram burros – fica a dica pra próxima rs.
O Ritual acontece de acordo como relatado, onde o menino Evandro é oferecido em forma de sacrifício para um Exu (Não para o Diabo, não para Satã, não para nada disso). Acreditem ou não, mas Exus em sua grande maioria não são espíritos maus, são apenas mensageiros entre o mundo dos vivos e dos mortos os quais cobram pelos seus serviços (em forma de oferendas). Contudo, há também Exus de má índole, que são espíritos não evoluídos e que agem pelo lado errado da gira. Qual o Exu ao qual o menino Evandro foi oferecido, nunca saberemos. Após o ritual ser terminado os 7 deixam a serraria e Beatriz e Celina voltam pra casa, e Celina vai à tal festa com Aldo. Osvaldo, De Paula, Davi, Bardelli e Cristofolini se dirigem às suas casas. Aqui fica aquela confusão sobre o dia 6 ou dia 7, bar da dobradinha, jantar na casa de Antonio Costa. E também onde Andrea desmente o álibi de todos, pois diz ter visto Osvaldo e De Paula saindo com roupa de trabalho e sendo buscado por Beatriz. Mais um indício de que Osvaldo e Beatriz estavam tendo um affair o qual Andrea já sabia e por vingança não encobriu o seu namorado.
Voltando ao dia 6, após o desaparecimento de Evandro, sua família obviamente estava recorrendo a qualquer tipo de ajuda. Nisso chega a notícia no terreiro da mãe Hortência por meio de Davina de que o menino havia sumido e a família estava pedindo que pessoas se dirigissem à casa da família para orações. Não obstante, Vicente de Paula vai à casa dos Ramos Caetano e recebe a entidade que se propõe a ajudar porem não quer fazer naquele momento pois o “cavalo” não está com a roupa adequada. A entidade pede que o mesmo coloque sua roupa enquanto vai na “gira” ver se consegue achar o menino e que depois voltaria. Acho que é aqui que o resto está na casa de Antonio costa jantando após a sessão no terreiro. Depois do jantar quem vai ajudar na busca é Osvaldo com Davi dos Santos (que não é o “Cheiro” rs) junto com Davina e seu marido Mario. Quando a entidade pede que seja levada a uma rua que tenha palmeiras Osvaldo sinaliza que sentiu uma presença forte no final da rua perto do mato. Aqui na minha opinião, Osvaldo entrega mais um pouquinho de corda para ser enforcado na tentativa de fazer o seu nome como Pai-de-Santo. Depois da profecia de que haveria uma tragédia na cidade ele deve ter achado por bem profetizar a presença do menino naquela região pois já havia planos de desová-lo lá após o ritual. Porém isso foi mais uma bala na arma de Diógenes.
Cinco dias depois quando o corpo é encontrado no Sábado dia 11 de Abril a 30 metros do local onde Osvaldo havia sentido uma “presença forte”, as coisas começam a ficar suspeitas. Infelizmente o corpo encontrado está além do reconhecimento e fica difícil a confirmação porem como já sabemos o corpo encontrado está sem as mãos, sem alguns dedos dos pés, sem orelhas e olhos e sem órgãos internos incluído coração. E tudo isso é explicado nas doutrinas, a falta das mãos é para fortuna, do pênis para impotência, e assim vai. Não me recordo de todos. E é aqui que as coisas começam a ficar esquisitas e se esclarecer ao mesmo tempo. Mesmo que o corpo encontrado não seja de Evandro, seja de Leandro Bossi por exemplo. Os cortes citados, as partes faltantes do corpo são por coincidência de acordo com a doutrina de sacrifícios?! Não acredito, e tem mais, aqui cai por terra também a teoria de que Diógenes teria conspirado contra as Abagge. Pelos depoimentos de Diógenes ele se mostrou TOTALMENTE ignorante às religiões aqui envolvidas. Portanto, ele não saberia o que fazer com o corpo para que parecesse que um ritual de sacrifício tivesse sido realizado no corpo em questão. E mais, se hoje nem na internet se encontra tais instruções podemos imaginar em 1992. Só quem de fato é praticante há MUITOS anos tem acesso a como praticar tais rituais. Pois não é apenas pegar um corpo X cortar e tchau, como o nome diz é um ritual, portanto existem musicas, palavras a serem faladas dentre outras coisas e só quem estuda há um bom tempo sabe o que fazer.
Portanto quando Diógenes faz a sua denuncia no dia 29 de Maio de 1992 quase DOIS meses depois do ocorrido, ele se baseia em “fofocas” porém também em outros fatos, como sobre a do “Grupo Tigre” estar próximo à família Abagge durante as investigações. Se depois de dois meses ninguém sabe absolutamente nada, é porque alguma coisa tem, concordam? Depois da sua denuncia ao ministério público, o mesmo acha por bem colocar o “Grupo Águia” da PM em uma investigação paralela à da Polícia Civil que nada fez por dois meses. Aqui na minha opinião entra a parte onde Diógenes tinha sim uma agenda contra a Família Abagge. Por N motivos ele não gostava deles em especial à Celina que causou o divórcio de seus pais. Após ficar sabendo de tudo que ficou por intermédio de conhecidos, Davina, Edézio, Jorge Banana e cia, ele foi mais do que correndo colocar a sua denuncia pois então ainda que não tivesse provas concretas pra ele tudo aquilo fez sentido e ele tinha nas mãos o que sempre quis.
Não acredito que as testemunhas tenham mentido a pedido de Diógenes. E entendo o fato delas não terem se pronunciado no dia, ou dias depois. Morando numa cidade pequena onde todos se conhecem, a família mais poderosa e talvez mais rica da cidade se envolve num crime hediondo desses, você se pronunciaria? Eu não me pronunciaria, e é a verdade. No caso de Edézio, ele ficou sem saída porque seu amigo Hamilton ao qual ele havia confidenciado ter visto as Abagge raptando o menino Evandro contou ao Diógenes que por sua vez deve ter obrigado ele a prestar depoimento do que havia visto. Não há nada de estranho nisso. A mesma coisa com o Jorge Banana, se eu estou pescando e vejo um saco cheio de restos mortais do que poderia ser um feto, meu barco viraria uma lancha de tão rápido que eu sairia de lá. E com peixe ou sem peixe no meu barco eu JAMAIS puxaria o saco pra dentro do barco. E é isso que talvez destrua a credibilidade das testemunhas, o MEDO. Ninguém quer admitir que tem medo, mas a grande maioria das pessoas tem, e por não querer admitir isso em juízo ou em depoimento acaba passando por mentiroso. Pois é muito fácil falar, “Ah, mas você viu que tinha mãos dentro do saco, cabelo e não pegou o saco?!”. Não, eu também não pegaria. Agora, se eu soubesse do que tinha acontecido (Coisa que Jorge Banana não sabia à época do ocorrido), e visto um saco com as coisas eu chamaria a policia sem dúvida alguma, porém se não soubesse, aquele saco de cal iria ficar lá pra sempre.
Finalmente chegamos às prisões dos dias 1,2 e 3 de Julho de 1992, onde os 7 acusados são presos. Aqui eu vou ser bem sucinto e explicito nas minhas opiniões. Eu acredito que todos tenham sofrido tortura sim, sem sombra de dúvidas. Porém pra confessar aquilo que de fato haviam cometido porque jamais confessariam de uma outra forma. Não defendo tortura e não acho que esse deveria ter sido o caminho a ser seguido. E acho que a maneira com a qual a PM conduziu as prisões e os interrogatórios foi o que estragou o caso. Se eles não tivessem torturado os réus a argumentação da promotoria teria sido muito mais forte e o único argumento da defesa seria o de que o corpo encontrado não era o de Evandro.
Agora as perguntas que ficam e talvez a chave de todo esse mistério é, se o corpo encontrado não é o de Evandro como afirma piamente até hoje o Delegado Luis Carlos de Oliveira, porque os acusados colocaram as roupas de Evandro no cadáver? O que eles tentaram fazer aqui? Encobrir uma morte com outra? Desovar o cadáver de Leandro Bossi que estava na geladeira que a Celina tirou da serraria como relatou Teresinha e por isso tinha marcas roxas e já estava em estado de putrefação como se fosse Evandro? O que vocês acham? Isso vai ficar no imaginário de cada um, pois nunca saberemos.
submitted by d3rr1c53xpl0r3r to ProjetoHumanos [link] [comments]


2019.05.02 05:49 jogafora6969 Eu não sei diferenciar meus sentimentos de amizade e a minha atração romântica.

Talvez isso esteja relacionado ao fato de nunca ter namorado - mesmo tendo quase 22 anos de idade. É muito confuso e eu sempre tenho medo de acabar magoando algum amigo ou amiga minha ou entrar em alguma situação delicada por ter entendido alguma coisa errado.

Digo amigo ou amiga pois sou bissexual. Isso é uma coisa que eu me dei conta mais recentemente, aos 18, mas olhando para trás me percebi que mesmo antes de eu ter muita noção disso eu já misturava as coisas. Tenho um amigo muito próximo desde os 14 anos e eu sempre achei que admirasse muito ele, mas recentemente ele terminou um namoro e, talvez movido pelo fogo no rabo de um recém solteiro, disse que estava com vontade de ter um experiência homossexual, por curiosidade. Uma experiência sexual comigo, no caso. Eu topei, sem pensar muito, achei que ia ser alguma coisa boba. Mas no dia mesmo (eu fui dormir na casa dele depois de uma festa) eu dei pra trás. Senti um aperto no peito, uma angústia. Uma sensação de que iria fazer algo que não devia. Naquela hora eu não entendi muito. Voltei pra casa pensativo. Ele era bonito, limpinho e, provavelmente, virginal, só qualidades positivas, não entendi a razão de não querer aquilo. Depois de muito tempo pensando me dei conta de que eu era ou fui apaixonado por ele por esses anos todos e nunca tinha me dado conta. Desisti na hora por medo de tudo aquilo vir a tona, por saber que eu seria só uma brincadeira pra ele e no fundo, bem no fundo, eu não encarar assim.


Depois disso eu fiquei uns dias sem falar com ele e desde então - já fazem uns seis meses- não temos nos falando mais tanto assim.


Em janeiro eu fui numa balada gay com minha amiga lésbica. Melhor amiga, aliás. Somos muito próximos. Bebemos bastante, dançamos, essas coisas. Numa música específica, ela me abraçou e começou a dançar de modo levemente sensual. A música era levemente sugestiva ( era Do What U Want da Gaga, como eu disse, era uma festa gay) e eu tinha muita certeza de que ela tava afim de me beijar naquela hora. Eu sei como ela faz quando quer beijar alguém, mas fiquei com medo de estar entendendo alguma coisa errado, até então ela se entendia como lésbica. No caso ela deixou de se entender depois, e também se descobriu bissexual. Inclusive agora ela está namorando um menino muito bonito, mas não consigo não ficar com um certo ciúmes. Uma sensação de que podia (ou devia?) ser eu. Não sei explicar. É um sentimento muito estranho. Ela é literalmente minha melhor amiga há bastante tempo já.


Aí não sei se o ciúmes é de perder um pouco da atenção de uma pessoa tão próxima e eu que estou caçando pelo em ovo ou se eu de fato sou apaixonado por ela também e também não sabia.


O caso mais recente dessa situação aconteceu semana passada. Eu não tenho lá muitos amigos próximos na faculdade. Eu até saio com o pessoal, bebo, beijo da boca de alguém de vez em quando e tudo mais. Mas não tenho um amigo mesmo, sabe? Então eu estava mais que disposto a mudar isso. Conheci um rapaz que parecia legal. Ele era um pouco mais novo que eu e introvertido, então parecia razoável eu, que sou extrovertido, pegar ele pela mão para desbravarmos a vida universitária juntos. Eu tinha um certo crush de amizade nele e pedi pra namorada dele nos apresentar, já que era mais próximo dela que dele. Nesse dia em específico a gente bebeu bastante e acabamos ficando amigos mesmo. O problema surgiu quando quarta passada eu fiquei sabendo que eles tinham terminado e fiquei muito feliz. Eu não entendi na hora por qual caralhos eu estava feliz com o termino dele, mas acho que acho que nesse ponto já da pra pegar o padrão de comportamento. Agora olhando pra trás vejo que o que me fez querer ser amigo dele mesmo é que ele é bonitinho e agora já nem sei mais de eu acho ele legal ou se estava sendo precipitado.


Pelo menos esse - até onde eu sei- só se interessa por mulheres, então não tem muito motivos pra eu criar muitas expectativas.


Será que algum dia eu vou ter alguma amizade de verdade? Vai ver eu só precisava tapar o buraco da carência romântica, mas também não vejo nem se quer chances de isso acontecer tão cedo.

Era só isso desabafos. Com carinho,

u/jogafora6969.
submitted by jogafora6969 to desabafos [link] [comments]


2019.04.25 18:41 dragao97 Minha namorada com uma '' nova amizade ''

Oi pessoal. Eu estou namorando com uma rapariga já faz quase 2 anos, em geral sempre foi um relacionamento saudável e transparente, todos os problemas que temos tentamos os resolver. Nesta situação está a ser diferente para mim o problema, seja há uns meses a nossa relação '' terminou '' mas passado 1/2 semanas no máximo a gente já estava voltando e tentando dar certo de novo.
Nesse período em quanto estivemos separados, ela esteve afim de conhecer outras pessoas (instalando apps no móvel de conhecer outra pessoas) para de certa forma tentar se distrair e conseguir seguir em frente e não pensar em mim. Pois antes de a conhecer ela vivia noutra localidade e mudou se depois, passando a viver num sitio diferente sem conhecer ninguém, foi aí que a conheci.
Neste momento minha namorada não tem praticamente amizades perto, para sair como eu faço regularmente, as amizades que ela tem, estão longe e só mesmo mantendo contacto por redes sociais com eles.
Então foi nesse período que estávamos separados que houve um rapaz que meteu conversa com ela e daí começaram a falar, mas depois a gente voltou e a coisa ficou por aí e deixaram de falar.
Há umas semanas ele voltou a lhe falar e foram sair a um café, minha namorada disse me logo e não escondeu que tinha saído com esse rapaz e que estavam a falar e ambos pretendiam ter apenas uma amizade e nada de mais.
Eu já falei com ela algumas vezes sobre esse assunto e tento aceitar pois ela não tem amizades como eu tenho (tendo eu só amigos e não amigas de momento) e que me fazem sair e divertir. Ela já pôs em questão terminar a amizade recente que tem com o outro, por saber que não me agrada muito a ideia, mas eu até agora disse lhe que não deve se sentir obrigada a fazer isso.
Tento aceitar, mas este assunto não está resolvido na minha cabeça, saber que anda outro a falar com a minha miúda e por vezes vão dar uma volta... Como posso eu não me preocupar nesta situação. Não se trata de não confiar nela, mas não conheço o outro nem as suas intenções, que diz ser só na amizade, e se não for...? Será normal algo assim? Ter minha namorada a sair agora com um rapaz...
Não sei que fazer ou dizer, incomoda me esta situação mas não quero estragar o meu relacionamento com este ligeiro ciúme que anda aqui.
Já a tentei ver o meu lado e ela compreende e também seria algo que a incomodava mas teria que entender ou aceitar, pois como disse eu antes, de momento só saio com amigos a única com quem saio é com a minha miúda. Dêem me a vossa opinião sff.
submitted by dragao97 to desabafos [link] [comments]